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Biodiversidade ou diversidade biológica se refere à diversidade da vida no planeta. Quais são para você os maiores desafios ligados a esse tema atualmente? No dia 15 de setembro, o Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz e a Presidência da Fundação Oswaldo Cruz promoveram a edição brasileira do projeto internacional Visões Globais sobre Biodiversidade (do inglês World Wide Views on Biodiversity).

A consulta pública foi realizada entre 9h e 18h no campus da Fiocruz em Manguinhos, no Rio de Janeiro. Apresentando o evento, Paulo Gadelha (presidente da Fiocruz), Luisa Massarani (chefe do Museu da Vida e coordenadora geral do Visões Globais) e Rodrigo Rollemberg (presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle - CMA).

O evento contou com a participação de cidadãos brasileiros de perfis bastante variados: homens e mulheres de diferentes classes sociais, idades (a partir de 16 anos), etnias, regiões e tipos de biomas do país, profissões e de diferentes graus de instrução, tanto de áreas urbanas quanto rurais. Eles não deviam ser especialistas em biodiversidade. Para saber mais sobre o tema, os participantes receberam previamente um kit com informações simples sobre as questões discutidas.

Em todos os países participantes do World Wide Views on Biodiversity, grupos de cidadãos também com cerca de uma centena de integrantes discutiram temas de biodiversidade, com enfoques global e local. As opiniões levantadas na ocasião serão incluídas num relatório que será entregue à delegação nacional que representará o país na COP 11 – 11ª Conferência das Partes sobre Diversidade Biológica – que será realizada em outubro na Índia.

O projeto buscou atender aos objetivos da Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD), a ser coimplementada pelos países em todo o mundo, com o apoio da coordenação do Conselho Dinamarquês de Tecnologia (Danish Board of Technology) e supervisão da Secretaria da Convenção sobre Diversidade Biológica.

No Brasil, contou com o apoio também do Fundo de Biodiversidade do Japão, do Inhotim – Instituto de Arte Contemporânea e Jardim Botânico, da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle - CMA, do SciDev.Net e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa.

Para mais informações a respeito de Visões Globais sobre Biodiversidade, acesse http://www.museudavida.fiocruz.br/biodiversidade.
Curiosidade, timidez, fascinação... quais são as reações do público ao visitar um museu? Dia 16 de julho de 2012, essa questão foi discutida em dois seminários, realizados na sala de aula da Oficina Escola de Manguinhos, no campus da Fiocruz. O evento foi gratuito e não requis inscrição prévia.

A turismóloga Maira Freire (mestre em Museologia e Patrimônio pela Unirio) apresentou uma palestra com o tema “Encantamento e estranhamento: Como moradores e não moradores de Belo Horizonte experimentam o Museu de Artes e Ofícios”. O seminário trouxe os resultados de uma pesquisa que trata da relação entre o museu mineiro com seus visitantes.

Com o seminário “Famílias no Museu Nacional”, a psicóloga Eliane Ezagui Frenkel (também mestre em Museologia e Patrimônio pela Unirio) analisou o comportamento dos visitantes do Museu Nacional/UFRJ nos fins de semana. Tal análise se baseou num estudo qualitativo feito com grupos familiares que foram a esse espaço.

O ciclo de palestras “Seminários em Divulgação Científica” faz parte do curso de Especialização em Divulgação da Ciência, da Tecnologia e da Saúde, uma parceria entre Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Casa da Ciência/UFRJ, Fundação Cecierj e Museu de Astronomia e Ciências Afins, com apoio da Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red-Pop), da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência e do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia/Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social/MCTI. Saiba mais sobre o curso em www.museudavida.fiocruz.br/lato.
Foto: equipe do Ciência Móvel
O projeto Ciência Móvel – Vida e Saúde para Todos visitou Itaguaí, onde participou das comemorações pelo aniversário de 194 anos do município fluminense, localizado a cerca de 70 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro. De 5 a 8 de julho de 2012, o caminhão da ciência apresentou gratuitamente seus módulos numa área de 100m², incluindo o Girotech, a bancada de microscopia, a bicicleta geradora, pilha humana, mini-usina, casa maquete, tubos musicais e câmara escura, além de modelos representando o ouvido e do olho.

O Ciência Móvel participou da XIX Exposição Agropecuária, que marcou a data com shows, rodeios, parque de diversão, lonas culturais, exposições de aves e peixes, mostra agrícola, oficinas e cursos, assim como a apresentação de grandes animais, como cavalos, lhamas e outras espécies. Subiram ao palco para shows diversos artistas, como Preta Gil e a banda NX Zero. Clique aqui para ver a programação do evento.

Um verdadeiro museu itinerante, o projeto Ciência Móvel – Vida e Saúde para Todos, inaugurado em 2006, percorreu nesse período 56 municípios da região sudeste e atraiu um público de mais de 400 mil pessoas com suas atividades interativas. O objetivo do Museu da Vida, que coordena o Ciência Móvel e conta com a parceria da Fundação Cecierj, é contribuir para a educação em ciências e a inclusão social. Clique aqui para saber como agendar uma visita do caminhão à sua cidade.
Foto: equipe do Ciência Móvel
O campus Montes Claros do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) promoveu, de 27 a 30 de junho de 2012, a primeira edição de sua Semana de Ciência e Tecnologia (SCT), evento gratuito que contou com a presença do Ciência Móvel – Vida e Saúde para Todos, projeto itinerante de ciência do Museu da Vida.

O tema de estreia da SCT foi Popularização da Ciência e Tecnologia. A iniciativa contou com a parceria da Fiocruz, Fapemig, Fundação Cecierj e Secretaria de Educação de Montes Claros.
O Ciência Móvel marcou presença com atrações como jogos, planetário inflável, equipamentos interativos, oficinas, exposições, vídeos e palestras. Entre as atividades levadas, estava o Girotech, equipamento que consiste em três anéis que giram livremente em todas as direções e simula exercícios semelhantes aos dos astronautas da agência espacial norte-americana (Nasa). Destacaram-se ainda a exposição “Dengue”, a Pilha Humana, a Bicicleta Geradora, a bancada Microscopia, o Painel Solar, os Espelhos Sonoros, os Tubos Musicais e Modelos 3D.

O objetivo do Museu da Vida, que coordena o Ciência Móvel e conta com a parceria da Fundação Cecierj, é contribuir para a educação em ciências e a inclusão social. Em suas visitas a municípios do Sudeste, o Ciência Móvel já atingiu mais de 400 mil pessoas. Para saber como agendar uma visita do caminhão à sua cidade, clique aqui.
O Armazém 4 do Cais do Porto, no Rio de Janeiro, se transformou num grande palco para a popularização da ciência, da tecnologia e da inovação entre os dias 13 e 22 de junho de 2012: o Museu da Vida, juntamente com mais de 50 instituições, participou do Armazém Pop Ciência na Rio+20, desenvolvendo atividades sobre os temas da conferência, como sustentabilidade, meio ambiente, produção de energia e diminuição da pobreza.

A solenidade de abertura oficial, no dia 13, contou com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, e do prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Todas as atividades foram gratuitas.
O Museu da Vida levou ao Armazém Pop Ciência na Rio+20 o ciclo de atividades “Vida de inseto”, a exposição “Evolução e natureza tropical” e os resultados do projeto CEnaRIOS. Somando os dez dias de evento, nossas atrações receberam um público de cerca de 22 mil pessoas. Clique aqui para ver uma fotogaleria com registros da nossa participação.

Foto: Luanda Lima
Pequenos notáveis

Ainda que algumas vezes passem despercebidos, os insetos fazem parte da nossa vida e estão por todos os lugares. Em "Vida de inseto", o público pôde conhecer, de maneira divertida, um pouco mais sobre esses bichos.
No Armazém, os visitantes participaram de “Asas pra que te quero”, em que puderam observar os diferentes tipos de asas dos insetos em microscópios e explorar as características de cada espécie. Já “Hora do lanche... dos insetos” convidou o público a acompanhar a preparação de pratos com “gostosuras” apreciadas por esses animais, a fim de entender como eles se organizam e de que se alimentam.
Outras atividades levadas ao Cais do Porto foram “Histórias para contar”, que misturou insetos, literatura e saúde em histórias emocionantes e divertidas; “Insetos do meu jardim”, que abordou a relação entre plantas, flores e insetos, entre outras questões; e “Quem mora aqui?”, em que o público pôde observar e investigar diversas espécies de insetos aquáticos vivos, explorando os diferentes tipos de insetos e ambientes.

Foto: Peter Illiciev
Seleção natural em exposição

A exposição "Evolução e natureza tropical", do Museu da Vida, teve como objetivo destacar como os trópicos, e especialmente a biodiversidade brasileira, inspiraram os cientistas na formulação da teoria da evolução por seleção natural. Os visitantes puderam seguir os caminhos percorridos pelos naturalistas britânicos Charles Darwin e Alfred Wallace até a formulação, independente e concomitante, da referida teoria.
O público também conferiu a apresentação de uma esquete teatral criada pela equipe do Ciência em Cena. "As aventuras de Darwin e Wallace", com direção de Letícia Guimarães, apresentou aos visitantes as descobertas destes personagens, a partir do encontro de quatro amigas e um livro. No elenco, estavam Cacau Berredo, Carolina Bauberguer, Letícia Bianchi, Letícia Guimarães, Monique Eucário e Pablo Aguilar.

Foto: equipe do projeto CEnaRIOS
Impactos locais, desafios globais

Único representante brasileiro do projeto internacional SCEnaRioS, o Museu da Vida desenvolveu junto a jovens cariocas com idades entre 16 e 19 anos um trabalho com o tema “mudanças climáticas: saúde e meio ambiente”, em parceria com jovens de Moçambique.

Durante a Rio+20, os participantes brasileiros apresentaram em computadores com tecnologia touchscreen um mapa georreferenciado com fotografias e informações a respeito dos problemas socioambientais encontrados nas áreas em que vivem – Maré, Manguinhos e Jacaré, no subúrbio do Rio de Janeiro – e observados pelo grupo moçambicano. No dia 19 de junho, houve ainda uma videoconferência de todos os jovens que integram o projeto, com a participação do presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e do diretor de Relações Internacionais da ASTC, Walter Staveloz.
Entre 8 e 11 de maio de 2012, o Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, recebeu o Conexão Leitura – 3º Festival Literário. O evento teve como objetivo difundir a cultura literária e convidou o público de todas as idades para rodas de leitura, “contações” de histórias, encontros com escritores e outras atividades, tudo isso num fascinante ponto turístico carioca à beira-mar.

O Museu da Vida foi ao festival e se apresentou no dia 10 de maio. Entre as atrações levadas, esteve a leitura de “Afinal, o que houve com meu corpo?” e “Oswaldo e seu castelo”, que foram contadas respectivamente por Monique Ramos e Claudia Oliveira, integrantes da nossa equipe.
Foto: Equipe do Ciência Móvel
Com 31 mil habitantes, o município paulista de Osvaldo Cruz foi o posto da 85ª visita do Ciência Móvel – Vida e Saúde para Todos. De 9 a 11 de maio de 2012, a equipe do projeto participou da 2ª Feira de Ciências e Meio Ambiente da cidade, cujo nome – apesar da grafia diferente – é uma homenagem ao patrono da Fiocruz. Foram cerca de 6.700 pessoas atingidas, durante os três dias de evento.
A passagem do projeto por lá encurtou o caminho para que os quilômetros rodados pelo caminhão que o transporta se aproximem do perímetro da Terra, aproximadamente de 40 mil km. Essa viagem foi viabilizada pela parceria entre o Museu da Vida e a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Osvaldo Cruz.

Entre as atividades desenvolvidas pelo Ciência Móvel no local, estiveram jogos, equipamentos interativos, oficinas, exposições, vídeos e palestras. Alguns dos destaques foram o Girotech, equipamento que consiste em três anéis que giram livremente em todas as direções e simula exercícios semelhantes aos dos astronautas da agência espacial norte-americana (Nasa). O público conferiu também a exposição “Dengue”, a Pilha Humana, a Bicicleta Geradora, a bancada Microscopia, o Painel Solar, os Espelhos Sonoros, os Tubos Musicais e Modelos 3D. O caminhão do projeto funciona ainda como um auditório multimídia.

Visita a Minas Gerais

Nos dias 25 e 26 de abril do mesmo ano, nosso museu de ciência itinerante esteve na 3ª Mostra de Profissões da Universidade de Viçosa, no campus de Florestal (MG). O evento atraiu 4.600 visitantes, em sua maioria estudantes, vindos tanto do município que sediou a mostra quanto de seu entorno.

O objetivo do Museu da Vida, que coordena o projeto e conta com a parceria da Fundação Cecierj, é contribuir para a educação em ciências e a inclusão social. Em suas visitas a municípios do Sudeste, o Ciência Móvel já atingiu mais de 400 mil pessoas. Para saber como agendar uma visita do caminhão à sua cidade, clique aqui.
Foto:luanda lima
De 10 de maio a 27 de julho de 2012, o município fluminense de Mesquita recebeu a exposição itinerante “Aventura pelo corpo humano”, que ficou aberta à visitação no Espaço Ciência InterAtiva (ECI). “Aventura” é voltada para crianças de cinco a oito anos e mostra em suas atividades, de forma lúdica e interativa, como funcionam nossos órgãos e sistemas.

Para ver o convite virtual dessa temporada, clique aqui. Se quiser conhecer mais sobre a exposição, clique aqui.
Desde sua inauguração em 2010, “Aventura” já havia atingido um público de mais de 16 mil pessoas. O conjunto de atividades faz parte do projeto "Ciência para pequenos curiosos", uma parceria entre o Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz e o Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, com apoio da Faperj.

Quer receber “Aventura pelo corpo humano” em seu espaço? Saiba como entrando em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (21) 3865-2113.
 
Como divulgar assuntos impactantes ligados à Química? Qual é o papel da divulgação científica na Rio+20? De que maneira química, energia e meio ambiente se relacionam? Em que medida a pesquisa acadêmica está comprometida com a inovação na produção de medicamentos? Para discutir essas e outras questões, a Casa da Ciência/UFRJ recebeu dia 7 de maio o ciclo de palestras “Ciência em pauta: Química e sustentabilidade”. Clique aqui para ver como foi a programação.

Unindo pesquisadores e divulgadores de ciência, o evento teve a finalidade de confrontar e discutir as relações entre a ciência e o público. Jornalistas, estudantes de Comunicação e demais interessados puderam também se antecipar a alguns dos debates da Rio+20.

O evento contou com a presença dos jornalistas Luisa Massarani (Museu da Vida/COC/Fiocruz) e Sergio Moraes Castanheira Brandão (Mostra VerCiência), do físico Ildeu de Castro Moreira (Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia/MCTI), da educadora Isabel Cristina de Azevedo (Casa da Ciência/UFRJ) e dos pesquisadores Angelo da Cunha Pinto, Claudia Moraes de Rezende e Claudio José de Araújo Mota, do Instituto de Química/UFRJ.

Numa ação continuada do Ano Internacional da Química, comemorado em 2011, o ciclo de palestras foi uma realização da Sociedade Brasileira de Química (SBQ), do Museu da Vida/COC/Fiocruz e da Casa da Ciência/UFRJ. O encontro contou com o apoio do Ano Internacional da Química no Brasil (AIQ), SBQ-Regional Rio, Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Fármacos e Medicamentos (INCT-Inofar) e Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Além do desequilíbrio na distribuição de renda, a sociedade contemporânea convive também com uma distribuição desigual dos impactos causados pela legislação ambiental e pelos problemas ambientais. Assim, tribos indígenas, população de baixa renda e outros grupos podem ser afetados desproporcionalmente por esses fatores. Por isso, as pessoas atingidas devem ter o direito de participar ativamente dos debates e decisões que os afetem e lutar por compensações para os danos que possam sofrer. Essas são algumas das questões levantadas pela chamada justiça ambiental.

No dia 14 de maio de 2012, o terceiro Encontro de Educação, Ciências e Saúde do ano trouxe como tema “Saúde e justiça ambiental”. O convidado dessa tarde foi o pesquisador Marcelo Firpo (Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana/Ensp/Fiocruz), com pós-doutorado em Medicina Social pela Universidade de Frankfurt.

A cada mês, até o fim de 2012, os Encontros de Educação, Ciências e Saúde colocam em pauta temas relacionados à Rio+20 – Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a ser realizada entre 13 e 22 de junho no Rio de Janeiro. Os encontros são organizados pelo Serviço de Educação em Ciências e Saúde, do Museu da Vida. Fique atento ao nosso site para conhecer a programação.
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