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Em de setembro de 2014, a programação do Museu da Vida foi especial: Uma série de atividades foi preparada para a "Primavera dos Museus", que teve como tema "Museus criativos" e também foi voltada para a Semana do Idoso. Atividade de dança e expressão corporal, teatro, apresentação musical, Show de Ciência e Caminhada Histórica pelo Campus Fiocruz são algumas das atividades que aconteceram até 27 de setembro de 2014.

Veja abaixo a programação completa da Primavera dos Museus e Semana do Idoso:


20/09
Contadores de
Histórias

Tenda da Ciência

11h

Livre

20/09
Peça de teatro
“Aventuras no Castelo”

Castelo Mourisco

10:10h e 11h

Livre

22/09
Abertura Coral
Fiocruz

Tenda da Ciência

13:30h

Livre

22/09
Mesa de Abertura –
Representante do IBRAM; Museu da Maré e Eco – Museu Manguinhos

Tenda da Ciência

14:10h

Livre

24/09
Visita especial ao
Castelo Mourisco

Castelo Mourisco

9h e 10:30h;

13:30h e 15h

A partir de 8 anos

24/09
Atividade teatral
“Filosofia de um par de botas

Epidauro

13:30h

A partir de 15
anos

24/09
Atividade de dança
e expressão corporal – apresentação da equipe de idosos do Programa de
Atenção a Saúde do Idoso ENSP.

Tenda da Ciência

15:15h

Livre

27/09
Peça de teatro
“Aventuras no Castelo”

Castelo Mourisco

10:10h e 11h

Livre

27/09
Apresentação
Musical do grupo “Música na calçada”

Tenda da Ciência

12h

Livre

27/09
Show de Ciência

Auditório do Museu
da Vida

11h e 13h

A partir de 8 anos

27/09
Caminhada
Histórica pelo Campus Fiocruz

Campus Fiocruz

10h e 15h

A partir dos 10
anos

27/09
Apresentação
Musical “Maya Black”

Tenda da Ciência

14h

Livre
O Museu da Vida selecionou estudante para estágio no campo da Educação em Museus, para atuar em seu Serviço de Educação. Os candidatos deveriam estar cursando Pedagogia, entre o 3º e 5º períodos para pleitear uma vaga no Serviço de Educação do Museu da Vida.

A carga horária da vaga é de 30 horas e é preciso ter disponibilidade para o estágio durante três dias da semana (a combinar) de 9h às 17h e um dia da semana de 9h às 14h ou de 11h às 16h. O processo seletivo conta com análise curricular e entrevista.

Os interessados encaminharam currículo para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até o dia 24/09/14.
O Museu da Vida recebeu Nurit Bensusan, do Instituto Socioambiental(ISA), no dia 17 de setembro de 2014, às 9h30, para a palestra “A Ciência Deve Ser Pop?”.

Bióloga e engenheira florestal, com mestrado em ecologia e doutorado em Educação, Nurit Bensusan se equilibra entre o trabalho com conservação da biodiversidade na sociedade civil e as atividades ligadas ao engajamento da sociedade na agenda de ciência e tecnologia. Já foi consultora de várias instituições, coordenadora de biodiversidade do Instituto Socioambiental (ISA), coordenadora de políticas públicas do WWF Brasil e Coordenadora de Gestão do Conhecimento, no Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Em sua palestra, ela debateu sobre a popularização da ciência como forma de aproximar as pessoas da agenda de ciência e tecnologia e de aumentar as possibilidades de participação nos processos de tomada de decisões. A partir de sua experiência, ela abordou como plataformas virtuais de popularização científica podem ajudar neste desafio.

Seminário da Pós-graduação em Divulgação Científica

Evento gratuito, aberto ao público e sem necessidade de inscrição prévia

Dia 17 de setembro (quarta-feira), às 9h30

Local: Oficina-Escola de Manguinhos

Endereço: Museu da Vida, na Av. Brasil, 4365 – Manguinhos – Rio de Janeiro (perto da passarela 6 e dentro do campus da Fiocruz).

No dia 15 de setembro, uma segunda-feira, às 13h30, O Seminário da Pós-graduação em Divulgação Científica sobre a história dos meteoritos contou com a presença de Maria Elizabeth Zucolotto, astrônoma e especialista em meteoritos.

Com mestrado em Geologia e doutorado em Engenharia Metalúrgica, Maria é
curadora da coleção de meteoritos do Museu Nacional.

Em sua palestra, ela abordou a importância dos estudos e da divulgação científica na área e mostrou que os meteoritos podem fornecer, mesmo sem os pesados custos de um programa espacial, informações sobre os processos astrofísicos que ocorreram antes da formação do sistema solar, da formação e evolução dos planetas e também sobre a origem e evolução da vida.

O evento aconteceu na Oficina-Escola de Manguinhos. Foi um evento gratuito, aberto ao público e não necessitou de inscrição prévia. Endereço: Museu da Vida, na Av. Brasil, 4365 – Manguinhos – Rio de Janeiro (perto da passarela 6 e dentro do campus da Fiocruz).
Dirigida à família toda, a exposição “Dengue” reúne informações sobre a doença em universo multimídia, interativo, divertido e ilustrado, incluindo oficina, observação com uso de microscópio, oficina com os mediadores do Museu da Vida, informações sobre a virose em tempo real e até um aspirador de mosquito, usado pela Vigilância Epidemiológica da Fiocruz. Outra atração é um mosquito fossilizado em âmbar de cerca de 30 milhões de anos.

Miguel de Oliveira, biólogo e curador da mostra, lembra que a dengue é uma “doença que acomete muitas pessoas, e que pode matar se não for tratada”. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 40% dos habitantes do planeta, ou 2,8 bilhões de pessoas, estão ameaçados pela dengue. Ásia, Oceania, Américas e também a África são continentes que sofrem com epidemias de dengue. Para o biólogo do Museu da Vida, é importante a “conscientização do público de que a doença mata, mas pode ser evitada com o controle do mosquito”. Miguel de Oliveira chama atenção para o ineditismo da mostra: “atualmente, não há uma exposição sobre a dengue no mundo.” A exposição fica aberta até 20 de setembro e tem visitação gratuita.

A exposição – produzida pela Folguedo - começa com um enorme mosquito (Aedes aegypti), de mais de 2 metros esculpido por Ricardo Fernandes, que recepciona o visitante na entrada da sala de exposição. O primeiro módulo apresenta a biologia dos vetores, o que é e quais os outros mosquitos que podem transmitir a doença, caso do Aedes albopictus, de acordo com o biólogo, mais comum na Ásia. No segundo, o público conhece o vírus, como se multiplica no inseto e no ser humano. O próximo módulo é dedicado à doença, seus principais sintomas e suas complicações. As pesquisas aparecem no quarto módulo, destacando-se as experiências com uso de mosquitos transgênicos e também com a bactéria Wolbachia (presente em várias espécies de insetos) para conter o vetor. Na parte final, a mostra enfatiza o controle do mosquito. São abordadas, entre outras, as medidas para evitar sua proliferação como a campanha nacional “10 Minutos Contra a Dengue” - resultado da parceria entre Instituto Oswaldo Cruz (IOC)/Fiocruz e a Sesdec/RJ (Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil).

Outra atividade importante no módulo final da mostra é o “Quintal Interativo”, que permite ao visitante observar os ovos e a pupa do mosquito, usando lupas e microscópios. A brincadeira que ajuda a aprender sobre a dengue continua com a pescaria (da larva e da pupa), o “Jogo dos Balões”, em que o público é estimulado a descobrir os possíveis criadouros do Aedes aegypti. A criançada pode participar de uma oficina para montar o vírus da dengue em papel e levá-lo para casa, manipular um modelo de mosquito (de cerca de 30cm), tocar e observar o interior do inseto.

Uma área especial com capacidade para até 15 pessoas é dedicada à exibição de vídeos. Dois documentários já produzidos e dirigidos por Genilton José Vieira, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), serão exibidos: “O Mundo Macro e Micro do Mosquito Aedes aegypti – Para combatê-lo é preciso conhecê-lo” e “Aedes aegypti e Aedes albopictus: uma Ameaça nos Trópicos”. O primeiro recebeu diversos prêmios internacionais, entre os quais o segundo lugar no Festival Mif-Sciences, em Cuba, em junho de 2006.

Segundo Miguel de Oliveira, para controlar [o vetor] é preciso conhecer o mosquito, o vírus e entender seu ciclo de vida. O biólogo adianta que haverá informações em tempo real, exibidas em projetor de imagens instalado na sala da exposição. Desta forma, o visitante poderá saber como está a dengue no mundo.

A exposição “Dengue” é uma iniciativa do Museu da Vida (Casa de Oswaldo Cruz) /Fiocruz, com patrocínio da Sanofi e da Rede de Ações Integradas de Atenção à Saúde no Controle da Dengue, coordenada pela Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde, com abrangência nessas três áreas, sem excluir a pesquisa.

Com a mostra “Dengue”, serão conhecidas também as informações do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), do Ministério da Saúde, que apresenta um mapeamento dos índices de infestação pelo mosquito, com base em pesquisa da Fiocruz. Participam da iniciativa capitais e municípios de regiões metropolitanas, municípios com mais de 100 mil habitantes e cidades com grande fluxo de turistas e de fronteira. Entre as vantagens, o LIRAa identifica os criadouros predominantes e a situação de infestação do município, e permite o direcionamento das ações de controle para as áreas mais críticas.

Exposição “Dengue”
De janeiro a setembro de 2014
Local: Sala de Exposições do Museu da Vida
Visitação: terça a sexta-feira, das 9h às 16h30, e no sábado, das 10h às 16h. Entrada gratuita.
Agendamento: (21) 2590-6747
Endereço: Avenida Brasil, 4365 – Manguinhos
Há cerca de doze anos, houve uma mudança nos rumos da arqueologia quando uma lei tornou obrigatório que todos os programas de pesquisas arqueológicas também desenvolvessem projetos de educação patrimonial, como forma de divulgar o patrimônio cultural resgatado dentro destas pesquisas.

Desde então, grupos de pesquisadores especializados em educação patrimonial vêm se formando, tendo como foco a ideia de popularizar o conhecimento e as descobertas na área.

Para debater o tema, o Museu da Vida recebeu no dia 8 de setembro de 2014, às 9h30, Ondemar Dias, arqueólogo e diretor-presidente do Instituto de Arqueologia Brasileira, e Jandira Neto, arqueóloga e gestora de projetos de educação patrimonial do Instituto de Arqueologia Brasileira. Eles trataram do tema: “A divulgação Cientifica na Arqueologia – O modo de fazer do Instituto de Arqueologia Brasileira”.
O evento, gratuito e sem inscrição prévia, aconteceu na Oficina-Escola de Manguinhos, no Museu da Vida, na Av. Brasil, 4365 – Manguinhos – Rio de Janeiro (perto da passarela 6 e dentro do campus da Fiocruz).

Nestes dias 4 e 5 de setembro, moradores de Simonésia, município criado em 1943 em Minas Gerais, podem participar das atrações do projeto Ciência Móvel – Vida e Saúde para Todos. São atividades interativas, gratuitas, que prometem divertir e promover a divulgação da ciência, da tecnologia e da saúde, integrando-se também à programação da IV Mostra Simonesiense de Trabalhos Científicos - IV MOSIT, iniciativa do Instituto Pagus em parceria com a prefeitura local. Em 2011, o caminhão da ciência já tinha levado ao evento módulos como o girotec, a bicicleta geradora, a pilha humana e as mostras Energia e Mini-Darwin, além dos tubos musicais. Na ocasião, quase 2,7 mil dos 18 mil habitantes da cidade foram conferir o projeto coordenado pelo Museu da Vida.

Com mais de 70 cidades visitadas em oito anos, e cerca de 100 viagens realizadas, beneficiando público estimado em 640 mil pessoas em municípios dos estados da região sudeste, o museu itinerante da Fiocruz apresenta os módulos interativos no Salão da Ciência de Simonésia.

Com a proposta de promover a divulgação científica e da saúde, buscando aproximar a ciência do cotidiano dos visitantes, o projeto aborda temas como a vida e sua diversidade, a promoção da saúde e a intervenção do homem sobre a vida e o ambiente.

A iniciativa foi aprovada pela Lei Rouanet (Ministério da Cultura) e conta com as parcerias da Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj) e de Bio-Manguinhos e o patrocínio da Sanofi e IBM, além do apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Entre as novidades da viagem, está o jogo das vacinas – desenvolvido sobre uma lona de 20 m², com cartas, dado gigante e marcador de tempo –, que comporta quatro grupos de jogadores. Os participantes se divertem e ainda podem conhecer características do universo microbiológico, bem como entender a importância das vacinas na prevenção de doenças causadas por micro-organismos, como vírus e bactérias.

Projeto “Ciência Móvel – Vida e Saúde para Todos” Evento: IV Mostra Simonesiense de Trabalhos Científicos - IV MOSIT

Data: 4 e 5 de setembro. Visitação: das 8h às 17h.

Local: Salão da Ciência - Rua Monsenhor José Paulo Araújo - Simonésia (MG).
A divulgação científica tem crescido muito na última década no Brasil e em outros países da América Latina. Em particular, em toda a região tem sido criados museus de ciência interativos. Menos frequentes têm sido as estratégias para compreender o impacto desses espaços científico-culturais na sociedade.

Para se debruçar sobre esta questão, a RedPOP, a Red de Popularización de la Ciencia y la Tecnología de América Latina y Caribe, e o Museu da Vida, o museu interativo da Casa de Oswaldo Cruz/Fundação Oswaldo Cruz, realizaram o evento "Divulgação científica e museus de ciência: O olhar do visitante", nos dias 16 e 17 de setembro de 2014, no Rio de Janeiro. O evento contou com o auspício da UNESCO e o apoio do CNPq.

O evento, que teve tradução simultânea, apresentou estratégias utilizadas por alguns museus para entender o aprendizado nesses espaços e como os distintos públicos constroem sentido a partir das visitas aos mesmos. O evento contou com a participação de especialistas de oito países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, México e Reino Unido.

Veja a programação do evento:

16 de setembro de 2014

9:30h

Abertura do evento


Paulo Elian, diretor da Casa de Oswaldo Cruz, Fiocruz

Ernesto Fernández Polcuch, especialista sênior de política científica e capacitação do escritório regional de ciências da UNESCO para ALC (Montevidéu)

Luisa Massarani, diretora da Red de Popularización de la Ciencia y la Tecnología para América Latina y el Caribe (RedPOP) e divulgadora da ciência do Museu da Vida

Diego Vaz Bevilaqua, chefe do Museu da Vida


10:00h – 12:00h

Mesa-redonda

Shawn Rowe, diretor do Hatfield Marine Science Center, da Oregon State University (Estados Unidos)

Susan O'Brien,assistente de pesquisa no Hatfield Marine Science Center da Oregon State University (Estados Unidos)

Rosicler Neves, divulgadora da ciência do Museu da Vida (Brasil)

Moderadora:

Mônica Dahmouche, diretora do Museu Ciência e Vida (Brasil) (a confirmar)


12:00h – 14:00h

almoço


14:00h – 16:30h

Mesa-redonda

Yurij Castelfranchi, pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil)

Sigrid Falla,diretora de Ciência e Sociedade do Maloka (Colômbia)

Ernesto Márquez, diretor de Universum (México)

Constanza Pedersoli, diretora de Mundo Nuevo (Argentina)

Moderadora:

Daisy Luz,Casa da Descoberta/Universidade Federal Fluminense (Brasil) (a confirmar)

17 de setembro de 2014

9:30h

café


10:00h – 12:30h

Mesa-redonda

Emma Pegram, coordenadora da Gallery Learning do Natural History Museum de Londres (Reino Unido)

Vanessa Guimarães, divulgadora da ciência do Museu da Vida (Brasil)

Luz Lindegaard, diretora de Educação do Museo Interactivo Mirador (Chile)

Claudia Aguirre, diretora de Educação e Conteúdos do Parque Explora (Colômbia)

Moderadora:

Alejandra León-Castella, diretora da Fundación Cientec (Costa Rica)



O evento é gratuito e aberto ao público geral. Não é necessário se inscrever previamente, mas quem desejar receber certificado deve enviar até o dia 5 de setembro o nome, email e instituição para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


Dias:
16 de setembro(de 9:30h às 17:00h)
17 de setembro (de 9:30h às 12:30h)

Local: Tenda da Ciência, Museu da Vida, Fundação Oswaldo Cruz, Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro
Informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Veja mais informações sobres os palestrantes abaixo:


Claudia Aguirre

Mestre pela Universidade de Paris XI. É Diretora de Educação e Conteúdos no Parque Explora, Medelin, Colômbia. Sua pesquisa tem se concentrado na popularização da ciência e na história da divulgação científica.




Constanza Pedersoli

Professora e Licenciada em Ciências da Educação pela Universidad Nacional de La Plata (UNLP, Argentina), onde é docente da Faculdade de Humanidades e Ciências da Educação. É diretora do Mundo Nuevo, Programa de Divulgação e Ensino da de Ciências UNLP. Forma parte do Conselho Coordenador da Asociación Argentina de Centros y Museos de Ciencias (AACeMuCYT).



Emma Pegram

Coordena as avaliações e os estudos em aprendizado das exposições e programas do Natural History Museum de Londres (NHM, Reino Unido). Seu trabalho visa desenvolver uma cultura, entre os profissionais que atuam no museu, que associe pesquisa e prática, para compreender melhor as experiências de aprendizado entre os visitantes e o impacto de uma visita ao NHM.



Ernesto Márquez

Físico, doutor em psicologia social pela Universidad Nacional Autónoma de México. É diretor de UNIVERSUM, museu de ciência da Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM).




Luz Marina Lindegaard

Diretora de Educação do Museo Interactivo Mirador (Chile) desde 2003. Psicopedagoga por la Pontificia Universidad Católica de Valparaíso, com curso em Divulgación Científica, Museología e Museografía.




Rosicler Neves

Mestre pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Trabalha no Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida, Rio de Janeiro. Realiza atividade práticas em engajamento público, desenvolvendo projetos, exposições e eventos, e atividades de pesquisa na área de divulgação científica.



Shawn Rowe
Diretor do Hatfield Marine Science Center da Oregon State University (EUA). Rowe realiza pesquisa em “free-choice learning” – o tipo de aprendizado que as pessoas têm fora da sala de aula e outros espaços formais de educação. Ele transformou o museu de ciência que dirige em um laboratorio para estudar o comportamento no momento da aprendizagem. Tem formação em linguística aplicada (estudo de como as pessoas aprendem idiomas) e psicologia do desenvolvimento. Doutor pela Washington University em St. Louis.



Sigrid Falla
Formada em desenho industrial, com mestrado en comunicação. É diretora do grupo de pesquisa em apropriação social do conhecimento de Maloka, centro de ciência em Bogotá (Colômbia), que desenvolve processos de avaliação, sistematização e pesquisa em divulgação científica.




Susan O'Brien
Assistente de Pesquisa no Hatfield Marine Science Center, ligado à Oregon State University (EUA). Ela auxilia na pesquisa sobre o aprendizado e a avaliação de exposições, bem como no desenvolvimento de protótipos para exposições. Graduou-se pela Universidade Federal de Pernambuco, tem mestrado em Ecologia Animal Ecology pela Iowa State University e é doutoranda em Ciências Ambientais na Oregon State University.




Vanessa F. Guimarães

Doutora em Ciências (Microbiologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Trabalha no Serviço de Educação em Ciências e Saúde do Museu da Vida.




Yurij Castelfranchi

Doutor pela Universidade Estadual de Campinas. É professor de Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).



O Museu da Vida abriu vaga para estágio no campo da Educação em Museus, para atuar no atendimento ao público visitante em 2014. Para concorrer a vaga, o candidato deveria estar cursando graduação em música ou dança, a partir do 4° período. Assim como outros estágios do Museu da Vida, a carga horária é 20 horas semanais. É também necessário que o candidato tenha disponibilidade nas tardes de segunda-feira para reuniões de estudo e de equipe.

O processo seletivo conta com análise curricular e entrevista. Os interessados encaminharam currículo para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até o dia 18 de julho de 2014.


O Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz (COC) participou da 66° reunião nacional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em 2014, cujo tema foi "Ciência e Tecnologia em uma Amazônia sem Fronteiras". No evento, que aconteceu entre os dias 22 e 27 de julho de 2014, no campus da Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco, o Museu da Vida participou ministrando um minicurso e apresentaou as atividades da exposição Dengue, que estava em cartaz no Museu da Vida, em Manguinhos, à época.

O minicurso “Divulgação Científica e Jornalismo Científico” (MC-32, na grade de inscrição) teve como professores Luisa Massarani, pesquisadora do Museu da Vida, e Ildeu de Castro Moreira, da UFRJ. O objetivo foi discutir a divulgação científica no Brasil, analisando sua trajetória histórica e a situação atual, além de abordar estratégias para a criação, organização e aprimoramento de atividades relativas ao tema.

No curso, Luisa e Ildeu associaram teoria e prática e possibilitaram um contato com os principais marcos teóricos da área e discutir e planejar o desenvolvimento de atividades práticas em divulgação científica. Foram abordadas as ações nas três linhas principais de atuação: espaços científicos-culturais, como os museus e centros de ciência, e as ações de ciência itinerante; mídia; eventos, de caráter local ou mais amplos, como feiras, concursos e semanas da ciência, atividades de divulgação científica nas ruas e em festas populares, excursões científicas etc.

Os interessados (público geral) no minicurso - ministrado de 23 a 26 de julho, das 7h30 às 9h30, no bloco Jersey Nazareno/Matemática (Laboratório de Informática – 3) -, podem fazer a inscrição no site do evento: www.sbpcnet.org.br/reunioes/riobranco/lista_mc.php
  

Da exposição Dengue, um dos curadores, o biólogo Waldir Ribeiro, levou à capital acriana a bancada de observação. Segundo ele, a atividade “Há Vida na Gota D'Água" visou proporcionar a visualização da biodiversidade existente na água não tratada, com o auxílio do microscópio ótico. Além disso, pretendeu despertar no visitante o interesse para comparar o que foi visto no aparelho e no banner, que ilustrou o módulo do Museu da Vida no evento. “Será possível, ainda, neste mesmo banner, observar figuras de agentes patogênicos veiculados pela água como um verme, bactérias, um protozoário e vírus”, concluiu o biólogo.

Além disso, o público teve a oportunidade de conversar com mediadores do Museu da Vida sobre a importância dos microrganismos e fazer experimentos interativos. Durante a atividade, os visitantes examinaram microrganismos vivos não causadores de doenças, como bactérias e fungos, interagindo mais com a exposição.

Link para o site Invivo
link para o site do explorador mirim
link para o site brasiliana

funcionamento terça a sexta-feira: 9-16h30, sábados: 10h-16h

agendamento de visitas 55 21 3865-2138

Fiocruz, Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro| CEP: 21040-900

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