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Como foi a busca da sociedade brasileira por melhores condições de saúde desde o Brasil colônia? Como a área da saúde se desenvolveu no país desde os tempos do império? Quais os momentos cruciais em nossa história que garantiram avanço significativo na atenção à saúde da população? Em cartaz no Centro de Recepção do Museu da Vida, a exposição Na corda Bamba de sombrinha: a saúde no fio da história procura responder essas e outras perguntas, mostrando como o campo da saúde se relaciona intimamente com a política, a economia e a cultura do país. A visitação é gratuita.

Em painéis ilustrados com fotografias, reproduções de quadros e publicações relacionadas ao tema, a mostra parte do contexto do Brasil imperial, em que as pessoas recebiam tratamento em casa, e traça a história de como o atendimento médico foi se modificando até chegar aos dias de hoje, passando, por exemplo, pela criação do Sistema Único de Saúde (SUS) no final da década de 1980. O uso medicinal de plantas brasileiras, as campanhas sanitárias no Rio de Janeiro no início do século 20 – com posterior expansão para o interior do país – e o surgimento do Programa Nacional de Imunizações são alguns dos temas abordados.

O título Na corda bamba de sombrinha é uma referência à música de Aldir Blanc e João Bosco, imortalizada na voz de Elis Regina. Ela se refere a um contexto histórico de luta pela democracia e fortalecimento do movimento sanitário, no qual se inseriu a criação do SUS.

Na corda bamba de sombrinha, sob a curadoria de Luis Octavio Gomes de Souza e Carlos Fidelis Ponte, contou com apoio da Organização Pan-americana de Saúde e faz parte de um projeto maior que inclui um livro homônimo, um vídeo documentário sobre trabalho e formação em saúde – dirigido por Ialê Falleiros e Júlio César França Lima – e o encarte Cantos, contos e imagens: puxando mais uns fios nessa história, que contém sugestões de como abordar o tema a partir da literatura, das imagens, do cinema e da música. O projeto foi organizado pelas equipes do Observatório de História e Saúde / Casa de Oswaldo Cruz e do Observatório dos Técnicos em Saúde / Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio.
Célula neural coloridaO projeto “Ciência para pequenos curiosos”, uma parceria entre o Museu da Vida/Fiocruz e o Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, prepara uma série de atividades para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Aterro do Flamengo, de 21 a 24 de outubro.
Durante esses quatro dias, quem visitar o espaço do Museu da Vida no Aterro vai embarcar numa incrível aventura pelo corpo humano.
 
Por meio de histórias, conversas, experimentos e modelos lúdicos e anatômicos, que poderão ser manipulados, os visitantes irão conhecer melhor o interior do nosso corpo e descobrir uma série de coisas sobre o seu funcionamento.
 
As atividades são voltadas para crianças de 5 a 8 anos e estarão reunidas no módulo expointerativo Uma aventura pelo corpo humano, cujo objetivo é despertar o interesse do público infantil pelo tema. O projeto conta com apoio da Faperj.
 
Confira algumas das principais atrações:
 
Túnica contadora de história
Era uma vez um corpo que acabara de completar 10 anos. Durante todo esse tempo, tinha funcionado muito bem. Mas, um belo dia, acordou sentindo uma coisa estranha. Afinal, o que aconteceu com o corpo? A túnica contadora de histórias desafia o visitante a descobrir.
 
Eu sou único
Nessa atividade de valorização das diferenças que enriquecem a espécie humana, o visitante irá fazer a sua própria carteira de identidade, com seu nome, idade, impressão digital e um “auto-retrato”. 
 
Bate-coração
Com o auxílio de “estetoscópios” improvisados, as crianças vão ouvir as batidas do coração de colegas/acompanhantes, relaxados e depois de fazerem exercício, e vão relatar suas experiências.
 
Semelhanças e diferenças
Manipulando modelos de corações e cérebros humanos e animais, os visitantes serão convidados a observar e tentar identificar as principais semelhanças e diferenças e a refletir sobre o porquê dessas semelhanças e diferenças.
 
Por dentro do nariz
De olhos vendados, os visitantes entrarão num nariz-caverna e irão sentir as substâncias que habitam o interior do nosso nariz (eca!!). Para que será que servem essas coisas nojentas?
 
Haja estômago!
O que acontece com a comida depois que a colocamos na boca? Nessa atividade interativa, o público participará de um bate-papo sobre comida e digestão e descobrirá como é o percurso da comida pelo interior do corpo.
 
Lounge De pernas pro ar
Neste espaço, os visitantes poderão relaxar enquanto veem belas imagens do interior do corpo humano. Além disso, as crianças serão convidadas a customizar cartões postais com partes do corpo estampadas.
 
Uma aventura pelo corpo humano
Visitação: 21 a 24 de outubro de 2010, de 9h às 17h
Local: Aterro do Flamengo (altura da Rua Ferreira Viana)
Público-alvo: crianças de 5 a 8 anos
Mais informações: 3590-6747
 
Todas as atividades são gratuitas!
 
Ácaro no tecido / Foto: A. Bell, D. Esdras e M. Benchimo
O que seria da ciência se ela contasse apenas com o alcance da visão humana? Como conheceríamos as células, o DNA, os átomos? Como saberíamos que a Terra é apenas um planeta do sistema solar, que é parte de uma dentre inúmeras galáxias do universo?
Felizmente, o homem não tardou a perceber que a sua visão é muito limitada e tratou de construir instrumentos que lhe permitisse enxergar melhor o mundo a sua volta. Um desses instrumentos é o microscópio, personagem principal de duas exposições do Museu da Vida: Mundo Invisível: A história da microscopia e Micrographia: Admirável mundo novo, que ficaram em cartaz até 29 de janeiro de 2011.
Partindo do século 17, quando o holandês Antonie van Leeuwenhoek usou pela primeira vez o microscópio para observar seres vivos, Mundo Invisível faz um sobrevôo pela história do instrumento que se tornou um dos ícones da ciência. A viagem termina nos dias atuais, marcados por importantes avanços na microscopia.
 
Leeuwenhoek faz observação ao microscópio
Todo esse percurso é pontuado por microscópios das mais diversas épocas, com destaque para réplica de um dos primeiros exemplares da história, desenvolvido pelo próprio Leeuwenhoek. A mostra traz ainda imagens ampliadas incríveis de pequenos insetos e microrganismos que permeiam o nosso cotidiano, mas que não podemos ver a olho nu.
Em Micrographia, a personagem central ainda é o microscópio, mas, desta vez, ele é apresentado pelas lentes do polêmico Robert Hooke, que teve papel fundamental no desenvolvimento da microscopia. Além de demonstrar o poder e a utilidade do instrumento, o cientista britânico foi o primeiro a ensinar como usá-lo.
Nesta exposição, o visitante terá a oportunidade de ver as primeiras observações feitas por Hooke, talentosamente ilustradas pelo cientista e registradas em seu livro Micrographia, de 1665.

Esforço conjunto

Microscópio ilustrado por Robert Hooke
Parte das peças da exposição Mundo Invisível pertence ao acervo do Museu do Microscópio, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ainda não aberto ao público, o museu possui a mais completa coleção de microscópios do Rio de Janeiro.
 
Os demais objetos expostos fazem parte do acervo histórico da Fundação Oswaldo Cruz, sob guarda da Reserva Técnica do Museu da Vida.
Além do Museu da Vida e do Museu do Microscópio, a Universidade Santa Úrsula e a Fundação CECIERJ/Consórcio CEDERJ compõem a equipe responsável pela realização da exposição.
Fotos: Peter Ilicciev (CCS/Fiocruz)
Um lugar ornamentado por plantas, protegido por rede e habitado por dezenas dos mais lindos e fascinantes insetos do reino animal. Algum palpite? O cenário foi o Jardim das Borboletas, atração do campus de Manguinhos, inaugurada em 31 de agosto de 2010 pelo presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha. O espaço esteve aberto ao público até 30 de dezembro do mesmo ano.
 
“Esse é um dia de muita alegria”, disse Gadelha, ressaltando a importância de se abordar questões como a preservação da biodiversidade, de forma lúdica, para os diferentes públicos. “As borboletas são um componente importante da sustentabilidade, pois desempenham papel fundamental na polinização”, completou.
 
Para o presidente da Fiocruz, o Jardim das Borboletas permitiu o fortalecimento das relações da instituição com a comunidade do entorno, que, segundo ele, merece se beneficiar diretamente dos investimentos do país direcionados ao campus de Manguinhos.
 
A vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fiocruz (VPPLR), Claude Pirmez, aproveitou a ocasião para agradecer o trabalho cuidadoso dos jardineiros da Diretoria de Administração do Campus (Dirac), responsáveis pela criação das diversas espécies de plantas presentes no Jardim.
 
 
Fotos: Peter Ilicciev (CCS/Fiocruz)
Participaram também da cerimônia de inauguração do Jardim das Borboletas Ricardo Lourenço, pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC); Marcos José de Araújo Pinheiro, vice-diretor de Informação e Patrimônio Cultural da Casa de Oswaldo Cruz (COC); Luisa Massarani, chefe do Museu da Vida; e Ildeu de Castro Moreira, diretor do Departamento de Popularização da Ciência do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Funcionários da Fiocruz e visitantes do Museu da Vida, entre os quais sete escolas, também prestigiaram o evento. Além de visitar o Jardim das Borboletas, os presentes à inauguração foram convidados a participar de uma série de atividades relacionadas ao tema oferecidas ao redor do Jardim.
 
 Os encantos do Jardim
 
Em uma área de 84 m², o visitante pôde interagir com quatro espécies de borboletas, de diversas cores e tamanhos, em diferentes etapas de seu ciclo de vida, que começa no ovo, passa pelo estágio larval, depois pelo casulo, para só então atingir a fase adulta. Além das borboletas, o espaço abrigava uma série de plantas e flores criteriosamente escolhidas por fornecerem o alimento ideal às espécies do Jardim.
 
O passeio foi uma ótima oportunidade para os mais curiosos descobrirem a diferença entre borboleta macho e borboleta fêmea, o tempo de vida desses insetos, o que eles comem, o segredo de suas variadas cores, como fazem para escapar dos predadores e as ferramentas de que dispõem para sobreviver no mundo animal.
 
Fotos: Peter Ilicciev (CCS/Fiocruz)
O Jardim das Borboletas foi mais uma iniciativa da Fiocruz dentro das comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade. O objetivo foi despertar o interesse de pessoas de todas as idades sobre a importância e a beleza de nossas riquezas naturais.
 
Tratou-se de uma parceria entre diversas unidades da Fiocruz - Vice-Presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência, Instituto Oswaldo Cruz, Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz, Dirac e Centro de Criação de Animais de Laboratório - com o apoio da Estação das Docas (PA).


 
Você já viu um sabonete-de-soldado? Já cheirou um chichá-fedorento? Já ouviu falar da borboleta estaladeira? Venha percorrer conosco a trilha histórico-ecológica do Museu da Vida e explorar a flora e a fauna que compõem o patrimônio ambiental da Fiocruz.
Nessa caminhada lúdica e interativa, guiada por um biólogo, você irá conhecer diversas espécies de plantas e animais e descobrir uma série de curiosidades sobre elas.
No último trecho da trilha, conhecido como “Caminho de Oswaldo Cruz”, você terá a oportunidade de refazer os passos de importantes cientistas que, no início do século 20, saltavam na estação de trem do Amorim, atual Manguinhos, e andavam até o Castelo, onde ficavam seus laboratórios.

Pegue carona nessa aventura! 
 
Local: Museu da Vida, campus da Fiocruz (Av. Brasil, 4.365 – Manguinhos, Rio de Janeiro)

Dias e horários:
Quartas-feiras, às 9:00h e 15:00h
No primeiro e terceiro sábado de cada mês, às 10:30h e 14:00h

Duração do passeio:
em torno de 1 hora e meia

Local de encontro:
Centro de Recepção do Museu da Vida

Público-alvo:
a partir de 7 anos

Número máximo de participantes:
40
Serão distribuídas senhas no Centro de Recepção, se for necessário.

Importante:
 
Em caso de chuva, não haverá a atividade
•Recomenda-se trazer repelente
•Recomenda-se vir com calçados confortáveis apropriados para caminhada
Agendamento: (21) 2590-6747
Mais informações: (21) 3865-2150 / Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Alfred Wallace (1823-1913) – que propôs, simultaneamente a Charles Darwin, a teoria da evolução por seleção natural – é o protagonista da peça que entrou em cartaz no dia 9 de junho, no Museu da Vida.
 
Escrita por Geinor Styles, diretora artística da companhia Theatr na n'Óg do Reino Unido, a peça “Pergunte a Wallace” permite que o público brasileiro conheça o fascinante naturalista autodidata, que viajou pelo Brasil durante quatro anos, entre 1848 e 1852.
 
Wallace fez duas longas expedições ao Alto Rio Negro. Coletou e desenhou 180 espécies de peixes, um terço das quais era ainda desconhecido pela ciência. A viagem ao Brasil teve grande importância para colocar Wallace no caminho da seleção natural. Foi, ainda, fundamental para seus estudos sobre a distribuição geográfica dos animais.
 
A peça, baseada na autobiografia My Life (Minha Vida), é um monólogo que traz a trajetória intelectual do naturalista, contada por ele próprio. Wallace nos mostra como um jovem aventureiro fascinado pela natureza empreendeu a jornada pelo mundo, que o levou a desenvolver a teoria da seleção natural e a se tornar um dos mais respeitados naturalistas do século XIX.
 
Sediada no País de Gales, a companhia Theatr na n'Óg foi criada há 25 anos, com a missão de entreter e educar audiências de todas as idades por meio de performances teatrais.
 
Nessa edição, os Contadores de História trazem um tema que combina com férias: brincar! 
Nesta edição, os Contadores de Histórias do Museu da Vida abordaram temas que envolvem a teoria da evolução

O Museu da Vida recebeu, nos dias 9 e 10 de março, os participantes brasileiros do evento internacional The Climate Change Exchange, um debate virtual, em parceria com o British Council, que conectou em tempo real jovens do Brasil, Rússia, Canadá e Inglaterra – países que foram sede de jogos olímpicos entre 2010 e 2016, e com realidades climáticas e socioeconômicas distintas. Na videoconferência, os estudantes compartilharam os principais desafios enfrentados por seus países no combate às mudanças climáticas.

No Brasil, a Tenda da Ciência do Museu da Vida foi o palco das discussões, entre 12h e 14:30h. Em Toronto, no Canadá, a viodeconferência foi articulada no Ontario Science Centre; em Londres (Inglaterra), no Science Museum; e em Moscou (Rússia), no escritório local do British Council.

Os debatedores abordaram os problemas locais causados pelo aquecimento global, além de discutir soluções em pequena e grande escala. Também falaram sobre as mensagens que gostariam de enviar aos grupos do G8 e do G20.

O evento não foi aberto ao público, mas os interessados puderam acompanhar o debate on line.
 
Debatedores brasileiros:

Jéssica de Luna
Estudante de pedagogia e de turismo, também participa do Curso de Formação de Monitores para Museus e Centros de Ciência, promovido pelo Museu da Vida.

Müller Rangel da Cunha
Estudante de curso técnico de enfermagem. Formado no Curso de Formação de Monitores para Museus e Centros de Ciência do Museu da Vida. Foi bolsista de Ensino Médio da Sala de Comunicação do Museu da Vida.

Victor Curi
Estudante de biologia, participou da Cape Farewell Youth Expedition em 2008, uma excursão organizada pelo British Council que levou jovens de diversos países para ver os efeitos do aquecimento global e aprender sobre o assunto com cientistas.

Sofia Carvalho
Aluna do ensino médio. Em 2009, foi Embaixadora do Clima do British Council e participou da COP15, em Copenhague. No Brasil, Sofia fundou a organização MEMA (Mobilização Estudantil pelo Meio Ambiente), que desenvolve projetos ecologicamente sustentáveis no ambiente escolar.
 
Moderadora:

Carla Almeida
Museu da Vida / Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz
Criar um programa de rádio não precisa ser difícil nem muito caro. Que tal juntar um grupo de amigos e preparar um programa de ciência na sua escola ou comunidade? Para ajudá-lo, o Museu da Vida criou a cartilha Ciência em Sintonia – Guia para montar um programa de rádio sobre ciências, escrito por Catarina Chagas, Ana Cristina Figueira e Marzia Mazzonetto, sob coordenação de Luisa Massarani.
 
Além de um passo a passo, com dez lições simples sobre como fazer um programa de rádio, Ciência e Sintonia dá informações sobre esse meio de comunicação, com dicas de como usá-lo em salas de aula e centros comunitários para levar temas de ciência ao público.
 
O guia relata, ainda, a experiência do Ciência Franca, programa de rádio sobre ciência desenvolvido na Escola Municipal Padre Leonel Franca, que atende uma comunidade de baixa renda em Niterói, Rio de Janeiro.
 
A cartilha e o programa fazem parte do projeto “Desenvolvimento de um programa de rádio: uma estratégia para engajar estudantes do Ensino Fundamental na área de Ciência e Matemática”, realizado pelo Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida, com apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de
Janeiro (Faperj).
 
Acesse aqui Ciência em Sintonia – Guia para montar um programa de rádio sobre ciências.
Link para o site Invivo
link para o site do explorador mirim
link para o site brasiliana

funcionamento terça a sexta-feira: 9-16h30, sábados: 10h-16h

agendamento de visitas 55 21 3865-2138

Fiocruz, Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro| CEP: 21040-900

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