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O público participou de várias atividades culturais como exposições, passeios e oficinas. 


O ditado de que a união faz a força é uma boa forma de descrever o Fiocruz pra Você, evento que integra as unidades da Fundação Oswaldo Cruz desde 1994 e oferece vacinação gratuita à comunidade. O evento oferece uma programação com várias atividades culturais e ações de promoção da saúde, e conta com a participação de centenas de voluntários. Na sua 19ª edição, o evento gratuito foi realizado dia 16 de junho de 2012, entre 8h e 17h. Clique aqui para ver o cartaz virtual do Fiocruz pra Você 2012. 

O Museu da Vida não podia ficar de fora dessa festa e preparou uma agenda superanimada. Veja o que a gente programou para esse dia:


Veja abaixo as atividades que o Museu da Vida levou para o evento:


Exposição “Nós do mundo”
O desenvolvimento sustentável é definido como a satisfação das necessidades da geração atual sem que a possibilidade das gerações futuras de realizarem as suas seja comprometida. Será que é esse o tipo atual de desenvolvimento no planeta? O público pôde refletir sobre isso nesta exposição, por meio de imagens, áudio, vídeos e elementos interativos. Clique aqui para saber mais sobre a mostra.

Ponto da leitura – Embarque nessa viagem!
Os visitantes assistiram a curtas-metragens de animação sobre meio ambiente e tiveram acesso aos livros e às revistas da Biblioteca de Educação e Divulgação científica, além de materiais produzidos pelo Museu da Vida.

Visita ao Castelo
O público foi convidado a fazer um passeio ao Rio de Janeiro do início do século 20, podendo conhecer a história da construção do castelo e ver de perto sua arquitetura em estilo neomourisco, a beleza dos azulejos portugueses e os mosaicos inspirados em tapeçaria árabe.

Câmara escura
Como a imagem é formada? Será que nosso cérebro participa deste processo? Os visitantes observaram como vemos o mundo, utilizando as câmaras escuras.

Pescaria de micro-organismos
De forma divertida, essa pescaria simulada possibilitou ao visitante construir um conceito sobre micro-organismos e desmitificar a ideia de que todo micróbio é maléfico para o ser humano.

Bolhas de sabão
O público se divertiu ao ar livre com bolhas de sabão de diferentes formas e tamanhos.

Oficina de animação
Os participantes puderam produzir vídeos de animação com bonecos e brinquedos que fazem parte do cotidiano das crianças, usando a técnica de stop motion.

Fábrica de geleca
O público participou de uma divertida oficina e conheceu mais sobre os átomos e as moléculas ao preparar a sua própria geleca.

Balas, bombons e caramelos
Os visitantes conheceram a história de um hipopótamo que adora comer doces e, com o auxílio de modelos em 3D, aprenderam sobre como cuidar da sua saúde bucal.

Faça uma célula
Os participantes conheceram um modelo de célula gigante e aproveitaram para meter a mão na massa e fazer sua própria célula animal.

Oficina de célula
O público observou uma célula vegetal pelo microscópio e explorou suas características.

Extração do DNA
Os visitantes puderam extrair e observar o DNA de algumas frutas nessa instigante atividade.

Há vida na gota d’água?
Na atividade, os participantes experimentaram e observaram a diversidade de vida em uma gota d’água, com o auxilio de microscópios.

Cine-ciência com pipoca
Nosso cineclube científico trouxe nesse sábado o documentário “O mundo macro e micro do mosquito Aedes aegypti – Para combatê-lo é preciso conhecê-lo” (2006), de Genilton Vieira, que é composto por imagens reais e virtuais do ciclo de vida do mosquito, responsável pela transmissão da dengue.

Exposição “Microdetalhes de mosquitos e barbeiros da região Sudeste”
Foram apresentadas microfotografias do mosquito Aedes aegypti, com detalhes microscópicos de sua anatomia. O público pôde comparar ainda as diversas espécies do barbeiro, inseto que transmite o mal de Chagas e habita a região Sudeste, na mostra de fotografias do Laboratório de Referência em Taxonomia de Triatomíneos/Instituto Oswaldo Cruz/Fiocruz.

Arte-insetos
Os participantes reconheceram, desenharam e pintaram os detalhes do mosquito Aedes aegypti e dos barbeiros do Sudeste.

Venha ouvir e contar você também!
Em um espaço aconchegante para a leitura, os visitantes se divertiram com livros e com as histórias contadas pelos voluntários, que falaram também de sua paixão por cada uma dessas narrativas. Os visitantes puderam ainda participar se tornando eles mesmos contadores de histórias!

Oficina do livro-jogo “Unidos para produzir um lugar saudável”
O jogo proporciona a reflexão sobre o que você pode fazer para solucionar os problemas socioambientais à nossa volta num jogo cooperativo. Aqui a competição é contra o tempo!

Show de ciência
Os visitantes participaram da realização de experimentos interativos em Química e Física, com a utilização de mágica e artes cênicas.

Contadores de histórias
O público mergulhou no mundo da literatura, em uma atividade que misturou fantasia, ciência, saúde e envolventes histórias. Nesse sábado, o tema foi "No clima do planeta!" e os Contadores entraram na onda da Rio+20 para falar sobre a relação do Homem com a Terra. O público pôde ainda se deliciar com outras histórias que constam no acervo da nossa Biblioteca Móvel.

O que é que ela tem, doutor?
Em meio a suas andanças e pesquisas por Minas Gerais, Carlos Chagas encontra duas sertanejas. Uma delas, preocupada, pede logo ao doutor que examine sua irmã – há semanas, ela apresenta febre, olhos inchados e outros sintomas. Ao examiná-la, Chagas se preocupa também: ela está gravemente doente! Mas de quê? Assim começa a esquete, que, por meio do teatro e de uma linguagem leve, fala sobre o mal de Chagas.

O evento contou com a participação de pesquisadores estrangeiros e profissionais brasileiros.


Divertir o público, promover debates, explicar conceitos científicos ou aguçar a curiosidade do visitante? As diferentes concepções do que é a mediação e o mediador de museus e centros de ciência variam conforme os objetivos das instituições e deixam marcas distintas no público visitante. Essas foram algumas das questões colocadas em debate nas dinâmicas de grupo e palestras realizadas no II Workshop de Mediação em Museus e Centros de Ciência, que aconteceu nos dias 3, 4 e 5 de dezembro de 2012, na Tenda da Ciência, no Museu da Vida.

O evento contou com a participação de profissionais de onze espaços científico-culturais da região Sudeste do país, sendo a maioria do estado do Rio de Janeiro. O objetivo foi criar um fórum para apresentações, debates e compartilhamento de experiências entre museus de ciência brasileiros.

Assista ao vídeo realizado durante o evento:



Realizada pelo Museu da Vida, a oficina foi ministrada pelos profissionais europeus Matteo Merzagora, da organização sem fins lucrativos TRACES, Anne-Lise Mathieu, da Universcience, Marzia Mazzonetto, da rede de museus e centros de ciência europeus Ecsite, Enrico Balli e Paola Rodari, da Sissa Medialab. O grupo lidera a escola de verão anual em mediação de museus de ciência “Pilots Training Course”, coordenada pela Ecsite.

A identidade do mediador foi construída de forma criativa pelos participantes no primeiro dia do evento, ao desenharem animais imaginários com as características desse profissional. A partir da combinação de partes de animais conhecidos, como tentáculos de polvo e olhos de coruja, foram elencadas as principais habilidades que a mediação deve ter para fazer a ponte entre o público e os espaços de ciência.

Luisa Massarani, chefe do Museu da Vida, e Chrystian Carletti, do Espaço Ciência InterAtiva, abordaram o histórico dos espaços de ciência no Brasil e o perfil dos mediadores. Segundo os dados recolhidos pela enquete “Mediadores do Brasil”, 58% dos mediadores de centros brasileiros são alunos de graduação ou têm apenas o ensino médio concluído.

No segundo dia, os participantes compartilharam suas experiências e desafios no cotidiano da mediação. Em seguida, vivenciaram os papéis do público e do mediador em visita às exposições do Museu da Vida e, ao se colocar no lugar do outro, discutiram as dificuldades em adaptar as atividades de mediação para diferentes públicos. Segundo Paola Rodari, a mediação tem o papel de facilitar a experiência do visitante, encorajando-o a se envolver ativamente e a pensar sobre a exposição.

O último dia do evento foi marcado por dinâmicas de mediação no engajamento do público em temas polêmicos e controversos, como, por exemplo, a escolha dos pais sobre o sexo dos filhos durante a gravidez e alimentos transgênicos. Essas atividades não pretenderam chegar a uma resposta única, mas ouvir a opinião do público e debater sobre temas científicos que têm impacto na sociedade. Por fim, os palestrantes abordaram formas de avaliar a atividade dos mediadores.

O evento foi promovido pelo Museu da Vida e contou com a colaboração do Espaço Ciência InterAtiva, vinculado ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro campus Mesquita, da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência, do Sissa Medialab/ Scuola Internazionale Superiore di Studi Avanzati (SISSA), de The European Network of Science Centres and Museums (Ecsite) e da Association of Science - Technology Centers (ASTC).

Veja abaixo documentos e sites interessantes sugeridos pelos palestrantes:

A report on Responsible Research & Innovation
http://ec.europa.eu/research/science-society/document_library/pdf_06/rri-report-hilary-sutcliffe_en.pdf

DG Research workshop on Responsible Research & Innovation in Europe
http://ec.europa.eu/research/science-society/document_library/pdf_06/responsible-research-and-innovation-workshop-newsletter_en.pdf

Science in Society: a Challenging Frontier for Science Policy, from the European Science Foundation (ESF)
http://www.esf.org/publications.html

The Government’s Approach to Public Dialogue
www.sciencewise-erc.org.uk

http://cordis.europa.eu/search/index.cfm?fuseaction=search.simple

The Life Long Learning Programme of the EC
http://ec.europa.eu/education/lifelong-learning-programme/doc78_en.htm

The Scientix online resource
http://www.scientix.eu/

FIBONACCI
http://www.fibonacci-project.eu/

INQUIRE
http://www.inquirebotany.org/

http://www.timefornano.eu/

http://www.the-twist-project.eu/


Conhecendo o Rio com o projeto Carioquinha.


Os cariocas da gema ou moradores do Grande Rio puderam aproveitar as atrações da cidade - incluindo o Museu da Vida - de 4 de maio até 4 de junho de 2012. A iniciativa buscou levar a população local a conhecer o melhor que o Rio tem a oferecer, por meio de programações especiais e descontos oferecidos por pontos e serviços turísticos. Saiba mais sobre o projeto no site do Carioquinha.

Em sua 14ª edição, o Projeto Carioquinha teve dois meses de duração. No intervalo de 4 de maio a 4 de junho, as atrações e os serviços cadastrados se concentraram na capital. De 5 de junho até 1º de julho, o foco foram as atrações e os serviços cadastrados no interior. Aproveite!

O debate integrou a programação do seminário “Arte, sustentabilidade, educação e acessibilidade”. 


Entre os dias 31 de maio e 3 de junho de 2012, a unidade carioca do Centro Cultural Banco do Brasil realizou o seminário “Arte, sustentabilidade, educação e acessibilidade”, com a presença de profissionais de diversas instituições para falar sobre estes temas.

No dia 2 de junho, sábado, o debate “Sustentabilidade – Propostas para o presente” contou com a participação de Luisa Massarani (Museu da Vida), Leandro Pinheiro (Fundação Amazonas Sustentável) e Yara Britto (Jardim Botânico do Rio de Janeiro), com mediação de Daniela Chindler (CCBB-Rio). Para ver a programação completa do evento, clique aqui .

Em 26 de maio de 2012 o Museu da Vida comemorou seu 13º aniversário com uma programação especial. 


Muitas felicidades, muitos anos e muitas atividades para o Museu da Vida. Para comemorar seu 13º aniversário, o museu contou com uma programação especial no sábado 26 de maio de 2012. Foram oferecidas diversas atividades e gostosuras científicas, além de haver distribuição de brindes. O evento foi gratuito e teve visitação livre. 

Confira abaixo como foi a agenda para o aniversário do Museu da Vida: 

Parque da Ciência - Foto: Luanda Lima
Ciência na cozinha
Em qualquer aniversário, um item indispensável é o bolo, não é? Aqui, os visitantes descobriram a origem dessa gostosura e toda a ciência envolvida no seu preparo. Aproveitaram ainda para colocar a mão na massa e fazer seu próprio bolo de chocolate.
Local: Pirâmide – Parque da Ciência 

Geleca!
O público participou de uma divertida oficina e conheceu mais sobre os átomos e as moléculas ao preparar a sua própria geleca.

Local: gramado do Parque da Ciência 

Bolhas de sabão
Os visitantes aprenderam sobre as cores, células, propriedades da água e outros temas, durante uma divertida brincadeira com bolhas de sabão.

Local: gramado do Parque da Ciência

Histórias de aniversário em cordel
Com Edmilson Santini

Os participantes comemoraram e dançaram conosco no ritmo do cordel.
Local: Anfiteatro do Centro de Recepção
 
Sob as conchas
O público viu conchas e exemplares vivos de diferentes espécies de caramujos, como o gigante africano Achatina fulica. Conheceu mais sobre esses animais e descobriu a importância de diferenciar as espécies. A atividade contou com a parceria do Laboratório de Malacologia/IOC/Fiocruz.

Local: gramado do Parque da Ciência
 
Histórias do Pippo
Os visitantes viajaram com a história de Pippo e aprenderam sobre a saúde dos seus dentes de forma muito divertida.
Local: gramado do Parque da Ciência

Faça uma célula
Os participantes conheceram um modelo de célula gigante e aproveitaram para meter a mão na massa e fazer a sua própria célula animal.

Local: gramado do Parque da Ciência

Extração do DNA
O público extraiu e observou o DNA de algumas frutas nessa instigante atividade.

Local: gramado do Parque da Ciência

DNA de jujuba
Os visitantes participaram dessa saborosa oficina e conheceram mais sobre a estrutura do DNA.

Célula vegetal
Os participantes exploraram o mundo que é invisível a olho nu observando uma célula vegetal de verdade, com o uso de microscópios.

Local: gramado do Parque da Ciência

Pescaria de micro-organismos
De forma divertida, essa pescaria simulada possibilitou ao visitante construir um conceito sobre micro-organismos e desmitificar a ideia de que todo micróbio é maléfico para o ser humano.

Local: gramado do Parque da Ciência

Há vida na gota d'água?
O público experimentou e observou com o auxilio de microscópios a diversidade de vida em uma gota de água.

Local: gramado do Parque da Ciência

Vida de inseto – Participação especial: Departamento de Entomologia do Museu Nacional/UFRJ 
Uma série de atividades para conhecer, de um jeito pra lá de divertido, um pouco mais sobre essas pequenas e incríveis criaturas.
Local: gramado do Parque da Ciência 

Atividades de "Vida de inseto”:

Vida de Inseto - Foto: Luanda Lima


Asas pra que te quero
Você já notou como há insetos com asas de diferentes tipos? Nesta atividade, os visitantes puderam observar algumas delas em microscópios e explorar as características dos insetos a que pertencem.

Faixa etária: para todas as idades.

Hora do lanche... dos insetos
O público participou da divertida preparação de pratos com grandes especialidades apreciadas por esses animais e entendeu como eles se organizam e de que se alimentam.

Faixa etária: para todas as idades.

Quem mora aqui?
Os participantes observaram e investigaram diversas espécies de insetos aquáticos vivos, explorando os diferentes tipos de insetos e ambientes.

Faixa etária: para todas as idades.

Histórias para contar
Literatura, insetos e saúde se misturaram em histórias emocionantes e divertidas. O público se emocionou com a história de duas encantadoras borboletas, numa adaptação do livro "Romeu e Julieta", de Ruth Rocha. Após a história, houve ainda uma oficina de dobraduras.

Insetos do meu jardim
Qual é a relação entre plantas, flores e insetos? Essa e outras questões, como a biodiversidade e o papel desses animais na agricultura, foram exploradas, enquanto o visitante participou do plantio de mudas.

Faixa etária: para todas as idades.

Bichos esquisitos
Todo inseto tem asas? Quais são suas partes do corpo? Todos possuem antenas? Os participantes descobriram a resposta para essas e outras perguntas numa divertida atividade, em que abusaram da sua criatividade ao colocar a mão na massa criando o seu próprio inseto com materiais reciclados. Depois, puderam ainda ver a sua criação e as de outros participantes na mostra virtual disponível neste link.

A biodiversidade das baratas
O público conheceu diferentes espécies de baratas e curiosidades a respeito desses incríveis insetos. A convidada especial da festa foi a Gromphadorhina portentosa, que, ao ser tocada, ergue o corpo e produz um som semelhante a um chiado. A atividade contou com a participação do Laboratório de Blattaria do Museu Nacional/UFRJ.

Gyrotech - Foto: Equipe do Ciência Móvel 
Girotech
Os visitantes se aventuraram nesse equipamento que consiste em três anéis que giram livremente em todas as direções e simula exercícios semelhantes aos dos astronautas.
Local: gramado do Parque da Ciência 

Contadores de histórias
Os participantes mergulharam no mundo da literatura em uma atividade que mistura fantasia, ciência, saúde e envolventes histórias.

Local: Tenda da Ciência

Show de ciência
Os visitantes participaram da realização de experimentos interativos em Química e Física, com a utilização de mágica e artes cênicas.

Local: auditório do Museu da Vida
Faixa etária: para todas as idades. 

Exposição “Nós do mundo”
O desenvolvimento sustentável é definido como a satisfação das necessidades da geração atual sem que a possibilidade das gerações futuras de realizarem as suas seja comprometida. Será que é esse o tipo atual de desenvolvimento no planeta? O público pôde refletir sobre isso nessa exposição, por meio de imagens, áudio, vídeos e elementos interativos. Clique aqui para saber mais sobre a mostra.

Local: Sala de exposições do Museu da Vida

Pergunte a Wallace - Foto: Luanda Lima 
Peça teatral “Pergunte a Wallace”
Nesse espetáculo, o público pôde conhecer Alfred Wallace, o naturalista britânico autodidata que viajou pelo Brasil durante quatro anos (entre 1848 e 1852). A peça é baseada na autobiografia “My life” (“Minha vida”), um monólogo que mostra a trajetória intelectual do pesquisador. Wallace nos mostra como um jovem em busca de aventuras e fascinado pela natureza percorreu o mundo, fato que o levou a desenvolver a teoria da seleção natural e a ser um dos naturalistas mais importantes do século 14.
Local: Tenda da Ciência 

Visita ao Castelo Mourisco
O público foi convidado a fazer um passeio ao Rio de Janeiro do início do século 20, podendo conhecer a história da construção do castelo e ver de perto sua arquitetura em estilo neomourisco, a beleza dos azulejos portugueses e os mosaicos inspirados em tapeçaria árabe.

Local: Castelo Mourisco.

Trilha histórico-ecológica
Os visitantes desbravaram uma trilha pelo campus da Fiocruz em Manguinhos e observaram várias espécies de plantas, enquanto conheceram também edifícios antigos, repletos de histórias fascinantes.

 

O ciclo de debates “A Química em pauta” fez parte do projeto Jornalismo e Ciência na Amazônia.


O ar que respiramos, a água que bebemos e até nossos pensamentos são provenientes de complexas reações químicas. A Química está presente também em diversas discussões atuais, ligadas a áreas como saúde, meio ambiente e novas tecnologias. No entanto, apesar de sua presença constante nas nossas vidas, esse ainda é um tema de difícil entendimento para muitas pessoas.

O Museu da Vida, por meio do Programa de Educação e Divulgação Científica (PEDC) do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD) – Fiocruz Amazônia, juntamente à Sociedade Brasileira de Química (SBQ) e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, promoveu dia 22 de maio de 2012 o ciclo de debates “A Química em pauta”. O evento gratuito, realizado das 9h às 17h no auditório do ILMD, em Manaus, fez parte das comemorações do Ano Internacional da Química e do aniversário da Fiocruz, além de ser o primeiro passo do projeto Jornalismo e Ciência na Amazônia. Clique aqui para ver o cartaz virtual com a programação do encontro.

O ciclo de debates teve a participação de Luisa Massarani (chefe do Museu da Vida), Júlio Cesar Schweickardt (Fiocruz Amazônia), Claudia Rezende (SBQ), Valdir Florêncio da Veiga Junior, Cecília Verônica Nunes (ambos da Ufam) e Sergio Brandão (VerCiência – Mostra Internacional de Ciência na TV).

Para a jornalista Luisa Massarani, que há 25 anos cobre temas sobre ciência e tecnologia, esse debate foi de extrema importância para o surgimento de novas pautas de ciência, como declarou anteriormente à ocasião. “Em geral, a gente pensa na Química como algo distante de nossa realidade e uma matéria difícil que todo adolescente precisa enfrentar; este evento visa mostrar que a química tem tudo a ver com o nosso cotidiano e rende matérias instigantes para os jornalistas", ressaltou.

Já Júlio Cesar Schweickardt, vice-diretor de Ensino, Comunicação e Informação do ILMD, disse que a instituição está empenhada em ampliar o debate sobre divulgação científica no Amazonas. “Além dos trabalhos que já realizávamos em difusão da ciência, a implantação da Especialização em Divulgação e Jornalismo Científico em Saúde, em conjunto com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), foi fundamental e o PEDC é fruto dessas ações”.

O coordenador do PEDC, Fabrício Ângelo, declarou que os debates serviram para ampliar o conhecimento dos jornalistas sobre temáticas que não fazem parte do dia a dia de uma redação. “Às vezes, a informação sobre as ciências exatas ou biológicas pode render uma boa pauta, mas passa despercebida pelos editores que a consideram difícil de ser trabalhada por quem não é da área”, disse. Ainda de acordo com o profissional, o projeto pretende aproximar o comunicador dos pesquisadores, acabando assim com a tensão existente em alguns momentos dessa relação.

Nessa edição do evento, o tema foi a questão da memória e a importância dos museus.




Foto: Suzi Aguiar
No mês de aniversário do Museu da Vida, da Casa de Oswaldo Cruz e da Fiocruz, os Contadores de Histórias convidaram o público para um dia cheio de boas lembranças, com emocionantes e engraçadas narrativas que trazem a memória como fio condutor. O evento foi realizado dia 19 de maio de 2012, no auditório do Museu da Vida. Clique aqui para ver a programação desse sábado.

Após as leituras, todos puderam participar de um bate-papo sobre “Museus: um lugar de história e memória” com Danielle Cerri, bióloga da Coleção Entomológica do Instituto Oswaldo Cruz / Fiocruz. Os visitantes puderam ainda se deliciar com outras histórias que constam no acervo da nossa Biblioteca Móvel. A atividade é gratuita e ocorre sempre no terceiro sábado de cada mês.


Os temas abordaram a importância da fotografia para a ciência e a diversidade do nascimento. 

Foto: Peter Illiciev
Duas das nossas exposições itinerantes estiveram em cartaz no Museu Ciência e Vida, em Duque de Caxias (RJ), município da Baixada Fluminense: “Fotografias da ciência na Amazônia” e “Nascer”. A primeira foi inaugurada em 2006 e já atingiu um público de quase 13 mil pessoas, enquanto a segunda estreou em 2011 e recebeu cerca de 9.500 visitantes. A temporada de ambas em Duque de Caxias teve início em 10 de maio de 2012 e seguiu até 31 de janeiro de 2013, com visitação gratuita.

Composta pelo material recolhido de viagens à Amazônia por Oswaldo Cruz, Rondon, Euclides da Cunha, Roquette-Pinto, Mário de Andrade, Evandro Chagas e Carlos Chagas, “Fotografias da ciência na Amazônia” demonstrou como a fotografia é parte importante da documentação científica. A mostra também contemplou dois momentos distintos da cidade de Rio Branco (AC), por meio de fotografias feitas por Carlos Chagas em 1912 e pela Casa de Oswaldo Cruz, 85 anos depois. “Fotografias da ciência na Amazônia” contou ainda com cartas de viagens e trechos de relatórios das expedições de Oswaldo Cruz e Carlos Chagas pela Amazônia. Clique aqui para saber mais sobre a exposição.

Apresentando o ato de nascer pelo ponto de vista da arte, da antropologia, da religião e outros, a exposição “Nascer” reuniu objetos, textos e imagens para destacar a diversidade cultural em torno do nascimento. A exposição foi organizada em três módulos – “A Concepção”, “Nascimento” e “Apresentação da criança à sociedade” – subdivididos em painéis temáticos que abordavam o tema a partir de uma perspectiva lúdica, mas sem fugir do fundamento científico. Para saber mais sobre “Nascer”, clique aqui.

Se desejar obter mais informações sobre como levar as exposições do Museu da Vida para algum espaço, entre em contato com Eloísa Sousa pelo telefone (21) 3865-2190 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Exposições “Fotografias da ciência na Amazônia” e “Nascer” no Museu Ciência e Vida, em Duque de Caxias (RJ)
Visitação gratuita. Grupos de mais de 15 pessoas devem ser agendados.
De 10 de maio de 2012 a 31 de janeiro de 2013.
Visitação: de terça a sábado, entre 9h e 17h. Sábados e domingos, das 13h às 17h.
Local: Museu Ciência e Vida
Endereço: Rua Aílton da Costa, s/n – 25 de Agosto – Duque de Caxias – RJ
Mais informações e agendamento: (21) 2671-7797 e http://www.museucienciaevida.com.br.


Acervo de peças da reserva técnica do Museu da Vida contam um pouco da história da Fiocruz.

Visite a nova seção Objeto em Foco


Com o objetivo de divulgar as peças que compõem o acervo do Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz, em 2012 foi inaugurada a seção Objeto em Foco.

Destaque na web, a nova seção apresenta, periodicamente, imagens acompanhadas de informações técnicas do objeto em questão, sua história, dados sobre sua fabricação ou invenção, usos previstos ou adaptados e sua trajetória na Fiocruz antes de tornar-se acervo museológico. 
Busto de paciente com bócio


"Esta iniciativa faz parte de uma série de ações realizadas no âmbito da Casa de Oswaldo Cruz que visa valorizar e dar mais visibilidade ao rico acervo da Reserva Técnica do Museu da Vida, que conta com peças de grande valor histórico para a ciência e a saúde brasileiras", diz Luisa Massarani, chefe do Museu da Vida.

Objeto em Foco é um instrumento de divulgação do acervo e fruto do projeto “O acervo museológico de ciência e tecnologia em saúde da Fundação Oswaldo Cruz: objetos, usos, história”, conduzido pelos historiadores Pedro Paulo Soares e Inês Nogueira.
 
Segundo Pedro Paulo, entre os objetivos do projeto destaca-se a produção de uma narrativa histórica acerca dos objetos de C&T em saúde que formam as coleções museológicas da Fiocruz, relacionando-os às distintas fases da história institucional e da história da medicina, com ênfase na atuação dos seus doadores.

A identificação de redes e demais agentes envolvidos na produção, circulação e utilização dos objetos, no âmbito das atividades tecnocientíficas e especialidades médicas, também integram esses objetivos.

Patrimônio cultural da saúde

Na avaliação da pesquisadora do Museu de Ciência da Universidade de Lisboa, Marta Lourenço, o acervo do Museu da Vida tem dupla importância. “Em primeiro lugar, a importância institucional, dado que o acervo documenta a história da Fundação e da sua atividade quer no Brasil quer no exterior. Nesse sentido está diretamente associado à memória e identidade da instituição. Por outro lado, os seus artefatos materializam a evolução e inovação das ciências médicas e da saúde, incluindo vários equipamentos desenvolvidos na própria Fiocruz. Neste sentido tem relevância nacional e internacional”, diz.

Atualmente, o acervo do Museu da Vida é composto por cerca de duas mil peças, entre as quais destacam-se equipamentos de laboratórios e de fabricação de medicamentos e vacinas, instrumentos médicos, indumentária, objetos pessoais de cientistas da instituição, entre outros.

O acervo encontra-se organizado em 11 categorias que refletem os campos de atuação da instituição: a ciência e a tecnologia em saúde e biomedicina. Os objetos que constituem o acervo procedem, em sua maior parte, de laboratórios, departamentos e unidades da Fiocruz, fruto de ações de sensibilização promovidas junto à comunidade de pesquisadores e técnicos, que resultam em doações ao Museu com ritmo e frequência regulares. Doações provenientes de médicos e de seus familiares constituem outra forma importante de aquisição de acervo.

Prédio da Reserva Técnica. Foto: Pedro Paulo Soares
Sobre as pesquisas que vem sendo realizadas no acervo museológico e a divulgação de objetos de suas coleções, Marta Lourenço afirma que há um dever institucional de ordem ética.

“As instituições museológicas têm o dever de estudar os seus acervos, enriquecendo-os com documentação, desvendando os seus usos, contextos e múltiplos significados. Depois, em última análise, apenas um acervo estudado e bem documentado é um acervo acessível, quer a pesquisadores quer ao público em geral. Dele resulta produção de conhecimento bem como exposições e programas educativos que são fiéis à história dos artefatos”, diz.

Acervo de C&T

Rosalina Neves de Assis, que há cerca de um ano coordena o setor museológico da Reserva Técnica do Museu da Vida, acredita que a nova seção é uma oportunidade de difundir o acervo do Museu.

“Diferentemente dos objetos expostos em museus históricos e de arte, nosso acervo é de C&T e por isso tem muitas especificidades. Neste sentido, tem-se dado especial atenção a questões relativas à conceituação do acervo e sua correta referenciação em consonância com as normativas estabelecidas no campo da museologia, obtidos por meio de uma pesquisa aprofundada não só do objeto em si mas também de seus usos”, explica Rosalina.
                                                                                                                                                       
Ela cita o caso de medicamentos, onde é necessário saber para que servem e ter acesso a laudos técnicos sobre sua composição, a fim de que seja possível estabelecer a melhor forma para o seu condicionamento.

Segundo Rosalina, a Reserva Técnica realiza o gerenciamento do acervo museológico, incluindo ações de preservação e conservação, além da organização, sistematização e criação de arranjos da documentação que se dão por meio da pesquisa museológica histórica dos objetos da Fiocruz e também daqueles ligados à história da saúde no Brasil. O setor ainda responde pelas exposições produzidas no Museu da Vida e pela itinerância dessas exposições.
 
“Na verdade, cada exposição é fruto de uma construção coletiva. Sua concepção, estruturação e montagem são realizadas conjuntamente com profissionais de diversas áreas do Museu da Vida, contando muitas vezes com técnicos de outros departamentos da instituição”. explica a coordenadora.

 

O público conferiu filmes científicos e debates sobre temas como dengue e neurociência. 

Foto: Paulo Colonese

Desde 2009, a equipe do Ciência em Cena promove um cineclube com sessões gratuitas para os nossos visitantes, nas quais são exibidos filmes científicos e  realizados debates. É o Cine-Ciência com Pipoca, que nos sábados de março de 2012 apresentou três títulos.  

Nos dias 3, 10, 17 e 24 de março, o público conferiu dois títulos que falam sobre os insetos que transmitem a dengue. Depois, descobriu um pouco mais sobre o Aedes aegypti com a fotogaleria “Detalhes tão pequenos de mosquitos”.

No último sábado do mês, dia 31, a programação do Cine-ciência com Pipoca foi integrada às atividades do Celebrando o Cérebro, parte da campanha internacional da Semana do Cérebro. Nessa data, o público foi chamado a conhecer mais sobre Neurociência, com a exibição de um documentário e a realização da oficina “Venha ser um neurocirurgião”, que convidou o público a participar de uma aventura num cérebro virtual.


Conheça abaixo a programação para março de 2012 do Cine-ciência com Pipoca:
 

 Dia e horário  Local    Tema  Filme   Extra
 3 de março Epidauro Dengue no fim do verão O mundo macro e micro do mosquito Aedes aegypti – para combatê-lo é preciso conhecê-lo Exposição “Detalhes tão pequenos de mosquitos”
 10 de março Epidauro Dengue no fim do verão Aedes aegypti e Aedes albopictus – Uma ameaça nos trópicos Exposição “Detalhes tão pequenos de mosquitos”
 17 de março Epidauro Dengue no fim do verão O mundo macro e micro do mosquito Aedes aegypti – para combatê-lo é preciso conhecê-lo Exposição “Detalhes tão pequenos de mosquitos”
 24 de março Epidauro Dengue no fim do verão Aedes aegypti e Aedes albopictus – Uma ameaça nos trópicos Exposição “Detalhes tão pequenos de mosquitos”
 31 de março Sala de vídeo do Centro de Recepção Celebrando o Cérebro  A Neurociência de Miguel Nicolelis Oficina “Venha ser um neurocirurgião”
 

Saiba mais sobre cada título:  

O mundo macro e micro do mosquito Aedes aegypti – Para combatê-lo é preciso conhecê-lo – Documentário – Direção: Genilton Vieira – 2006 – 25 min – Setor de Produção e Tratamento de Imagem do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) 
Foto: Paulo Colonese


O documentário é uma ferramenta para a difusão de conhecimentos sobre a dengue e seu vetor. Composto por imagens reais e virtuais que descrevem o ciclo de vida do mosquito, o filme alerta para a necessidade do controle de criadouros do Aedes aegypti.

Aedes aegypti
e Aedes albopictus – Uma ameaça nos trópicos
– Documentário – Direção: Genilton Vieira – 2009 – 30 min – Setor de Produção e Tratamento de Imagem do Instituto Oswaldo Cruz (IOC)

O documentário sobre os transmissores da dengue é composto de imagens reais e virtuais dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, mostrando seus continentes de origem, sua dispersão pelo mundo, suas características morfológicas, seus hábitos alimentares, seus mecanismos de alimentação, sua reprodução e o ambiente em que vivem.

A neurociência de Miguel Nicolelis – Documentário – Direção: Paulo Marcelo Sampaio e Eliane Camolesi – 2009 – 25 min – Espaço Aberto C&T / Globo News

Dedicado ao médico paulista – um dos maiores nomes na área da Neurociência –, o filme aborda as pesquisas sobre doenças cerebrais, incluindo a cirurgia em que um chip é implantado no cérebro para atenuar os tremores e a imobilidade provocados pelo mal de Parkinson. Ao mesmo tempo, esta cirurgia vai ajudar a mapear o cérebro para o estudo e possível desenvolvimento de uma neuroprótese, que poderia possibilitar a um tetraplégico andar.
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