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O Museu da Vida apresenta peças que discutem diversos aspectos da ciência, como episódios históricos, personalidades e a relação entre ciência, arte e sociedade. O primeiro espetáculo apresentado foi "O Mensageiro das Estrelas", de Ronaldo Nogueira da Gama, sobre a vida de Galileu Galilei, com um público estimado em 28 mil pessoas. Confira as peças que já foram apresentadas no Museu da Vida. Para saber quais peças estão em cartaz atualmente, acesse a programação mensal do MV!

 

"O problemão da banda infinita"

A matemática precisa ser vivida! Por que não vivê-la em uma peça infantil? “O problemão da Banda Infinita”, aventura do Museu da Vida que estreia em meados de agosto de 2018, é pensada, especialmente, para o público de seis a dez anos, do primeiro segmento do ensino fundamental. A trama começa quando os cinco amigos integrantes da Banda Infinita - Pati, Tales, Artur, Pita e Alan - estão prestes a se apresentar num show. A empolgação toma conta do grupo, mas algo acontece com um dos instrumentos: algumas partes da corneta Max-Mega-Super-Ultra-Sonora somem. Para recuperá-las, eles terão que fazer uso da matemática nossa de cada dia e embarcar, literalmente, numa nave, desbravando mundos e esbarrando com personagens curiosos.

 

 

Curumim quer música

 
Um indiozinho descobre que não há nenhum barulho na floresta e se pergunta: aonde foram os sons? Ele parte em busca da música pela floresta, pedindo ajuda aos pequenos visitantes. Nessa brincadeira, alguns conceitos musicais como timbre, ritmo, tom, intensidade e localização espacial entram em cena, bem como a relação da audição com o cérebro. O cenário de "Curumum quer música!" é todo feito com garrafa PET, trazendo, também, uma reflexão sobre reaproveitamento.



É o fim da picada!

Nessa peça teatral, o humor e o improviso são fundamentais! A esquete teatral é formada por várias cenas de improviso e diálogo com o público para abordar temas relacionados às doenças Dengue, Zika e Chikungunya. 


A vida de Galileu
 

(Foto: Renato Mangolin)

Um homem que adorava observar o céu, desafiou a Igreja Católica e acabou enfrentando a Santa Inquisição. Baseada no texto “A vida de Galileu”, do dramaturgo Bertolt Brecht, a peça estreou em 21 de setembro de 2016. Matemático, astrônomo e físico italiano nascido em 1564, Galileu, decidido a explorar aspectos desconhecidos do universo, construiu um telescópio em 1609 com mais capacidade do que os que existiam à época. Manchas solares e os satélites de Júpiter são algumas de suas descobertas. Galileu defendeu a teoria heliocêntrica de Copérnico, segundo a qual o Sol é o centro do Universo e não a Terra, o que o fez ser perseguido pela Igreja Católica. Para fugir da fogueira, teve que negar aquilo em que acreditava. A encenação do Museu da Vida associa a questão do autoritarismo da Igreja com o episódio que ficou conhecido como Massacre de Manguinhos, quando dez cientistas da Fiocruz tiveram seus direitos políticos cassados e foram forçadamente aposentados durante a ditadura militar. Os cientistas foram proibidos de entrar em seus laboratórios e muito de suas pesquisas ficou paralisadoq. Em 2016, completou-se 30 anos da reintegração desses pesquisadores, que puderam retornar à Fiocruz após a injustiça que sofreram.

 

O rapaz da rabeca e a moça Rebeca
 

(Foto: Peter Illiciev)

Inspirada na história “O rapaz da rabeca e a moça da camisinha”, do cordelista cearense José Mapurunga, o espetáculo estreou em 28 de outubro de 2015, na Tenda da Ciência. Na história, João e Rebeca são de famílias rivais, mas se apaixonam, tal qual Romeu e Julieta. Expulso da distante Cantiguba-dos-Aflitos, João sai pelo mundo com sua rabeca e se torna um artista famoso. Ele promete voltar à sua terra e se casar com Rebeca, mas uma notícia inesperada vai mudar os rumos da história de amor desses dois. A peça foi planejada em parceria com o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas e tem como objetivo dialogar com o público jovem sobre a importância da prevenção contra as Doenças Sexualmente Transmissíveis.

 

Aprendiz de feiticeiro

A peça infantil "Aprendiz de Feiticeiro", escrita por Maria Clara Machado e dirigida por Letícia Guimarães, fala com humor sobre o mundo das descobertas científicas e busca levar as crianças a refletir sobre questões éticas da atualidade, como melhoramento de alimentos e pesquisa com seres humanos. No espetáculo, muitas confusões acontecem no laboratório do doutor Uranus Octavius Octopus de Almeida, que busca encontrar uma fórmula capaz de acabar com a fome no mundo.

 

Aventuras no Castelo

Personagens de contos de fada adentram o Castelo da Fiocruz para narrar episódios da história da ciência que envolveram a construção do Castelo. O espetáculo, dirigido por Wanda Hamilton, foi inspirado no texto “Um Turista no Castelo”, escrito por Antonio Carlos Soares.

 


 

 Foto: Ana Carolina Gonzalez
Filosofia de um par de botas

”Eram as botas que falavam entre si, suspiravam e riam, mostrando, em vez de dentes, umas pontas de tachas enferrujadas”. Na esquete “Filosofia de um par de botas”, escrita por Machado de Assis e dirigida e encenada por Letícia Guimarães, o público pode presenciar a inusitada conversa entre um par de botas abandonadas na praia, que contam um pouco sobre as suas memórias. Com cerca de 10 minutos de duração, a esquete aborda questões sobre a solidão e a velhice e foi apresentada pela primeira vez em novembro de 2012.

 

 

 

Conferência sinistra

O que acontece quando as doenças se encontram para bater um papo? Uma "Conferência sinistra"! Febre amarela, peste bubônica e varíola, principais doenças que assolavam o Rio de Janeiro no início do século XX, viram personagens desta intervenção teatral e, com muito humor, conversam sobre os males que causam à saúde, revelando seus temores em relação às medidas de combate lideradas pelos médicos Oswaldo Cruz e Carlos Chagas.

A esquete foi apresentada pela primeira vez durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2011. A cena foi extraída da peça teatral "Oswaldo Cruz em revista", de Gustavo Ottoni, inspirada nas charges que foram publicadas nas revistas e nos periódicos da época. O público é convidado a discutir sobre as obras do passado à luz de seu contexto histórico e refletir sobre publicações atuais em jornais, revistas, sites e redes sociais. 


O Mistério do Barbeiro

"Um inseto que pica as pessoas, que ficam doentes. Aí eles querem descobrir, saber a cura" - Palavras de um pequeno visitante que assistiu ao espetáculo. A peça gira em torno da descoberta da doença de Chagas, feita pelo cientista Carlos Chagas em 1909.




Pergunte a Wallace

Escrita por Geinor Styles, diretora artística da companhia Theatr na nÓg, do País de Gales, e adaptada por Gustavo Ottoni e Wanda Hamilton, o monólogo "Pergunte a Wallace" revela a trajetória intelectual do naturalista galês Alfred Russel Wallace, um dos pensadores da Teoria da Evolução junto com Charles Darwin. O naturalista, que viajou pelo Brasil entre 1848 e 1852, mostra como um jovem aventureiro, fascinado pela natureza, empreendeu a jornada que o levou a desenvolver a teoria da seleção natural e a se tornar um dos mais respeitados naturalistas do século XIX.



Lição de Botânica

O texto leva o público a uma viagem ao Rio de Janeiro do começo do século XX e conta a história do botânico sueco Barão Sigismundo de Kernoberg. Ao tentar impedir que o sobrinho se case, o nobre acaba se apaixonando. A narrativa é entremeada por assuntos de ciência e pela célebre ironia de Machado de Assis.

 

 

 

 

Sangue ruim

Escrita por Paul Sirett, da companhia britânica Theatrescience, a peça debate questões éticas em torno da pesquisa com seres humanos. Claire é uma pesquisadora inglesa bem estabelecida, que coordena um estudo na África com mulheres grávidas portadoras do vírus causador da Aids. Patrice é um jovem africano que pede que a cientista o ajude a praticar inglês para estudar nos Estados Unidos. O contraste entre as origens e a trajetória dos personagens serve de base para a narrativa.

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