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A exposição “O Corpo na Arte Africana”, realização da Presidência da Fiocruz, do Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz e Instituto Oswaldo Cruz, com apoio da Faperj, esteve em cartaz no Palácio Itaboraí, em Petrópolis, até final de junho de 2013. A mostra atraiu quase 7 mil visitantes de setembro a dezembro de 2012, quando esteve em cartaz na sala de exposições do Museu da Vida. Composta por 140 esculturas, máscaras e objetos trazidos por pesquisadores da Fiocruz em missão no continente africano, a mostra reafirma os laços nas áreas de educação, pesquisa e saúde entre o Brasil e a África.

Exposta em duas salas no térreo do prédio histórico, a exposição reúne grande variedade de obras de arte do acervo pessoal dos pesquisadores Wilson Savino, Wim Degrave, Rodrigo Corrêa de Oliveira e Paulo Sabroza. É dividida em cinco módulos: “Corpo individual & Corpos múltiplos”; “Sexualidade & Maternidade”; “A modificação e a decoração do corpo”; “O corpo na decoração dos objetos”; e “Máscaras como manifestação cultural”. Confira mais informações sobre a exposição.

Aprender com os “Tesouros da África”

Com o objetivo de provocar reflexões sobre os aspectos artístico-culturais, históricos e sociais representados na exposição e suas influências na cultura brasileira, os visitantes podem explorar a mostra por meio da atividade educativa “Tesouros da África”.

Um convite de imersão ao continente africano é feito logo na entrada da exposição, em que o público localiza os países africanos com a ajuda de um globo terrestre na atividade “Passando a bola”.

Como os objetos da exposição mostram aspectos da organização da cultura desses povos? Após uma visita à exposição, a pergunta provoca os visitantes a discutirem, com o uso de cartões com texto e imagens de pessoas e objetos, sobre a diversidade e identidade nas culturas africanas e sua influência nas culturas ocidentais. Há ainda contação de histórias e lendas sobre cotidiano dos povos africanos e a valorização do respeito à diversidade, direcionada para o público infantil, em “Era uma vez...na África”.

Palácio Itaboraí – histórico

Erguido em 1892 pelo projetista e construtor italiano Antonio Jannuzzi, o Palácio Itaboraí abrigou o colégio Americano e a primeira faculdade de direito de Petrópolis. Na década de 1930, começou a ser utilizado como residência de verão dos governadores do Rio – como fora por Jannuzzi – e, posteriormente, por órgãos do governo estadual. Tombado pelo Iphan em 1982 e pela prefeitura de Petrópolis, em 1998 a Fundação Oswaldo Cruz recebeu o Palácio Itaboraí em cessão de uso. O prédio foi reinaugurado em outubro de 2011, depois de passar por obras de restauração sob a coordenação do Departamento de Patrimônio Histórico da Casa de Oswaldo Cruz (DPH/COC).

Atualmente, o Palácio abriga o Fórum Itaboraí: Política, Ciência e Cultura na Saúde, um programa da Presidência da Fiocruz para a reflexão sobre temas vinculados às desigualdades sociais e saúde. Além disso, também oferece atividades de inserção tecnológica, artística e cultural para a comunidade.

O Corpo na Arte Africana
Exposição gratuita
De 29 de janeiro a final de junho de 2013
Visitação: terça a sábado, das 9h às 16h. Entrada gratuita.
Local: Palácio Itaboraí
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 188 – Valparaíso – Petrópolis
Telefone para informações: (24) 2246-1430 - das 8h às 17h.
Link para o site Invivo
link para o site do explorador mirim
link para o site brasiliana

funcionamento terça a sexta-feira: 9-16h30, sábados: 10h-16h

agendamento de visitas (0xx21) 25906747

Fiocruz, Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro| CEP: 21045-900

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