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No segundo dia, a equipe encontrou pinturas rupestres impressionantes.


No segundo dia, a equipe recebeu ajuda do brigadista e guia local Nonô. Depois de um trecho em automóvel, seguimos a pé através de uma região campestre e brejosa cercada por morros e chegamos a um com características peculiares. No alto dele, podíamos observar uma reentrância. Ao subirmos a trilha em meio a pedras pontiagudas, encontramos um espaço bastante conservado, sem marcas de ocupação humana recente. No entanto, continuando a trilha, chegamos a um local com pinturas rupestres impressionantes.

Na rocha brilhante da montanha, desenhos milenares de animais e figuras abstratas. Veados, gatos selvagens, antas, pacas, várias espécies estavam ali registradas. O incrível é que os registros só existiam ali naquele lugar exposto para um imenso vale, indicando que havia sido produzido justamente para permitir que fosse visto a uma grande distância. Para que serviria? Para indicar espécies encontradas? Com certeza possuíam um objetivo muito específico para aquela sociedade. Depois dessa viagem no tempo voltamos a Diamantina.
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