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O Museu da Vida recebeu, no dia 27 de julho de2015, a pesquisadora Marie Louise de Beyssac, da UFRJ, para uma conversa sobre o software Atlas Ti, uma plataforma com foco em pesquisa qualitativa de materiais audiovisuais e imagéticos. O encontro foi realizado às 9h30 e fez parte do Ciclo de Seminários da Especialização 2015.


O Atlas.ti oferece ao pesquisador a possibilidade de categorizar materiais de áudio, vídeo, imagem e georreferenciamento, organizar e navegar dados através de hiperlinks, desenvolver categorização interativa ou automática de textos, pesquisar e analisar categorizações para modelá-las e aprimorá-las, entre outras oportunidades. Além disso, ele gera diferentes tipos de relatório sobre os dados obtidos e as categorizações.

“O trabalho do pesquisador com o software é simples: é possível registrar observações e insights diretamente - seja através de categorias a priori ou a posteriori. Enquanto o pesquisador trabalha com os dados – seja lendo um texto, analisando uma foto ou vídeo –, ao mesmo tempo ele pode categorizar e aprimorar essas classificações”, explicou Marie Louise.

A ferramenta pode ser aplicada em várias pesquisas, especialmente nos projetos em que o conteúdo não verbal pode trazer contribuições importantes e nos casos de georreferenciamento. Na pós-graduação em psicossociologia de comunidades e ecologia social (Eicos/UFRJ), a pesquisadora destacou que o Atlas.ti já foi utilizado para estudar imagens publicitárias e da mídia impressa, vídeos do YouTube e para categorizar dados de pesquisa participativa utilizando videofeedback, além de explorar arquivos de texto com transcrições de entrevistas.

Formada em economia pela PUC-RJ, Marie Louise é doutora pelas Eicos e utiliza o software em pesquisas envolvendo imagem, vídeo e texto desde 2003. Ministra oficinas de capacitação do Atlas.ti desde 2004 em seu programa de pós-graduacao, tendo inclusive treinado pesquisadores no âmbito de cooperação com a universidade de Lille3, na França, e do programa de mestrado Mitra, do Erasmus Mundus.

Os projetos foram contemplados nos editais “Cientista do Nosso Estado 2014” e “Apoio à Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia no Estado do Rio de Janeiro 2014”.



Três projetos do Museu da Vida (MV) foram contemplados em dois programas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Luisa Massarani, do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica, foi aprovada no Programa “Cientista do Nosso Estado 2014”, com o projeto “Educação não-formal e museus de ciência: um estudo sobre o impacto das exposições de ciência”.

Já o biólogo Fábio Castro Gouveia e a coordenadora do Núcleo de Estudos de Público e de Avaliação em Museus (Nepam), Sônia Maria Figueira Mano, foram contemplados no programa “Apoio à Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia no Estado do Rio de Janeiro 2014”. Fábio inscreveu o projeto “Do nervo à neurociência: uma exposição para celebrar o cérebro a partir do Congresso da International Brain Research Organization - 2015 - Rio de Janeiro” e Sônia submeteu “Estudo do Público Potencial do Museu da Vida – uma pesquisa exploratória sobre a percepção pública de museus de ciência”.

No caso do “Cientista do Nosso Estado 2014”, a Fiocruz teve mais 15 projetos aprovados. Já no segundo, outros cinco projetos da instituição também foram contemplados.

Mais informações sobre os editais podem ser encontradas no site da Faperj nos seguintes links: Cientista do Nosso Estado 2014 e Apoio à Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia no Estado do Rio de Janeiro 2014.


Publicado em 16/12/2014

Diretoria
Presidente: José Ribamar Ferreira (Museu da Vida / COC / Fiocruz / RJ)
Vice-presidente: Luiz Marcos Scolari (Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS / RS)
1º Tesoureiro: Daisy Maria Luz (Casa da Descoberta – UFF / RJ)
2º Tesoureiro: Marcus Raimundo Vale (Seara da Ciência – UFC / CE)
1º Secretário: Tania Margarida Lima Costa (Museu Itinerante Ponto UFMG / MG)
2º Secretário: Rodrigo Arantes Reis (Laboratório Móvel de Educação Científica da UFPR Litoral – LabMóvel / PR)

Conselho Diretor
Região I (RS, SC, PR) – Fernando Rodrigues Meyer (Museu Anchieta
de Ciências Naturais – Porto Alegre / RS )
Região II (SP) – Valter Luiz Libero (Centro de Divulgação Científica e Cultural – CDCC - São Carlos / SP)
Região III (RJ, ES) – Maria de Fátima Brito (Casa da Ciência – UFRJ / RJ)
Região IV (MG, MT, MS, GO, DF) – Eloi Teixeira César (Centro de Ciências da Universidade Federal de Juiz de Fora / MG)
Região V (BA, AL, SE, PE, PB, RN, CE, MA, PI) – Antonio Carlos Pavão (Espaço Ciência / PE)
Região VI (PA, AM, AC, TO, AP) – Luiz Fernando Fagury Videira (Museu Paraense Emílio Goeldi / PA)

Suplentes do Conselho Diretor
Região I (RS, SC, PR) - Fernando Sedor (Museu de Ciências Naturais da Universidade Federal do Paraná – Curitiba / PR)
Região II (SP) – Ivone de Santana (Sabina – Escola Parque do Conhecimento - Santo André / SP)
Região III (RJ, ES) – José Ballester Julian Jr. (Núcleo de Ciências da UFES / ES)
Região IV (MG, MT, MS, GO, DF) – Aparecido Rodnick (Museu da História de Campo Verde / MT)
Região V (BA, AL, SE, PE, PB, RN, CE, MA, PI) – Antonio José Silva Oliveira (Ilha da Ciência – São Luís / MA)
Região VI (PA, AM, AC, TO, AP) – Jorge Luiz Ramos Lobato (Bosque da Ciência – INPA / AM)

Conselho Fiscal
1. Maria Alice Sant’Ana Zucoloto (Escola da Ciência Física / ES)
2. Marcos Antonio Pinto Ribeiro (Museu Ricardo Ferreira – MRF / PE)
3. Antonio Carlos Alves (Parque da Ciência de Ipatinga / MG)
Lewenstein e a pesquisadora Luisa Massarani durante a palestra: o que aprender com os projetos de ciência cidadã? (Foto: Renata Fontanetto)
A ciência cidadã tem ganhado atenção de pesquisadores interessados em entender como essa atividade funciona, quem participa dela e quais são os desafios e motivações que interagem com o campo. É o que afirmou o pesquisador Bruce Lewenstein em palestra sobre “Ciência cidadã: combinando ciência e democracia” no dia 8 de julho de 2015, no Museu da Vida (MV/COC/Fiocruz). Professor e chefe do departamento de Estudos em Ciência e Tecnologia, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, Lewenstein é um dos maiores especialistas na área de comunicação pública da cência e tecnologia.

Veja algumas fotos do evento no Flickr do Museu.

Em fevereiro de 2015, ocorreu o primeiro Congresso da Associação de Ciência Cidadã, em San José, na Califórnia. Para Lewenstein, este é mais um indicativo do crescimento e da visibilidade da área. Na prática, existem algumas formas de engajamento público que propiciam a participação da sociedade em projetos de ciência e tecnologia, entre elas pesquisas feitas em comunidades locais com o fim de gerar dados para a ciência.

“Eu diria que há quatro categorias dentro desse tipo de atividade: coleta de dados, análise de dados e ciência baseada na comunidade, que acabam gerando dados para pesquisas, e uma quarta que se chama currículo, onde os dados são coletados, mas os fins são educacionais e não de pesquisa”, explica Lewenstein.

No terceiro caso, por exemplo, o pesquisador enxerga projetos cada vez mais expressivos na área de proteção ambiental, quando uma população local lida com um problema – geralmente, poluição – e se mobiliza para coletar dados. “Às vezes, esses grupos podem receber ajuda de cientistas ou até mesmo podem ser recrutados por um grupo de pesquisa, mas nem sempre isso ocorre e a comunidade acaba atuando por conta própria.”

Os projetos de ciência cidadã demandam atitudes participativas e um envolvimento com o assunto que está sendo pensado. Lewenstein aponta que na universidade onde leciona existem alguns projetos, sendo um deles o “The birdhouse network”, do Laboratório de Ornitologia, que há mais de 15 anos reúne participantes interessados em observar as aves da cidade e seus hábitos, como onde fazem ninhos e quantos ovos põem.

A iniciativa rendeu o artigo “Scientific knowledge and attitude change: The impact of a citizen science Project” (veja o resumo aqui), publicado por Lewenstein e outros dois autores. Analisando o engajamento dos participantes, eles observaram que o projeto, de fato, exerceu impacto no conhecimento do grupo sobre a biologia das aves. Ainda assim, nenhuma mudança expressiva foi observada quanto à atitude dos participantes em relação à ciência e ao meio ambiente ou sobre o entendimento do processo científico.

Segundo Bruce, quando o processo envolve o trabalho entre uma instituição de pesquisa e um grupo de cidadãos, o correto seria deixar claro aos participantes o processo do fazer científico. O diálogo, na opinião dele, está avançando e traz questões que ainda precisam ser mais compreendidas. "A quem pertence os dados que estão sendo gerados? Como a ciência lida com a autoria desse conteúdo? O que as pessoas estão aprendendo e como estão aprendendo?", complementa.

Para mais informações, conheça algumas publicações do pesquisador.
Qual o potencial de um instrumento científico no processo de divulgação da ciência? (foto: Divulgação)
No dia 13 de julho de 2015, o Ciclo de Seminários da Especialização em Divulgação da Ciência, da Tecnologia e da Saúde recebeu Andréa Fernandes Costa, do Museu Nacional, e Eugênio Reis, do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), para uma conversa sobre divulgação da ciência em centros e museus de ciência.

Educadora na Seção de Assistência ao Ensino e historiadora por formação, Andréa abordou as potencialidades do uso de instrumentos científicos históricos na divulgação e popularização da ciência. Com base em uma pesquisa que teve como foco o potencial educacional desses instrumentos, bem como apresentou alguns resultados, tendo como norte o impacto do valor histórico desse acervo no publico visitante.

Partindo para a astronomia, o físico Eugênio Reis debateu sobre estratégias de divulgação dessa área em museus. Ex-aluno da Especialização, a ideia era apresentar o projeto desenvolvido por ele ao longo do curso, cujo foco foi a avaliação de estratégias dirigidas ao aprimoramento das concepções e modelos que estudantes, professores e o público geral têm sobre o Sol. O estudo explorou o potencial que um instrumento científico tombado - como a cúpula de observação - pode desempenhar para a área da educação e divulgação em ciências, contribuindo para a geração de uma postura de valorização do acervo científico nacional entre jovens estudantes e demais visitantes do Mast.
Em cartaz no Museu da Vida desde o dia 31 de março de 2015, a mostra “Pelos caminhos do SUS” recebeu profissionais da saúde do Hospital Municipal Rocha Maia, no Rio de Janeiro, e da coordenação da Área Programática 21 (AP 21), que também pertence ao município. O grupo participou de todas as atividades da exposição e ainda dialogou com um dos curadores, o historiador e pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz Carlos Henrique Paiva, e com Vanessa Nolasco Ferreira, uma das organizadoras.

Segundo a presidente do Centro de Estudos do Hospital Rocha Maia, Vanessa Pinto, a ideia da visita foi oferecer uma perspectiva do campo da saúde para além daquela que se tem no cotidiano dos serviços. “O tema da Semana de Enfermagem deste ano é Enfermagem em Defesa do SUS, uma preparação para a próxima Conferência de Saúde. O grupo pode ver na prática como podemos contribuir na construção de um sistema de saúde cidadão, aliando a nossa visão política à nossa visão técnica e assistencial”, explicou.

A socióloga Verônica Vantine elogiou a visita: “O design está bonito, e o conteúdo é de fácil entendimento”. Para a colega Simone Santos, enfermeira do Hospital Rocha Maia, o que chama atenção é a apresentação do conteúdo. “Quando você estuda sobre o SUS nos livros, é tudo muito maçante. Aqui dá para ver o funcionamento do sistema na prática”, elogiou.

Carlos Paiva classificou como fundamental a visita de um grupo com esse perfil. “Essa é a oportunidade de dialogar com o profissional da área da saúde e favorecer a aproximação dele com as temáticas, conceitos, doutrinas e terminologias do Sistema de Saúde, além de formar multiplicadores de informações”.

A exposição “Pelos caminhos do SUS” está em cartaz na sala de exposições temporárias do Museu da Vida até julho. A visita é gratuita de terça a sexta, das 9h às 16h30 mediante agendamento, e aos sábados, das 10h às 16h mediante visita livre. O Museu fica dentro do campus Manguinhos da Fiocruz, que está localizada na av. Brasil, nº 4365, em frente à passarela seis. Para mais informações, ligue para (21) 2590-6747.

 
A Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia na América Latina e no Caribe (RedPOP), juntamente com o Museu da Vida (MV/COC/Fiocruz) e o Escritório Regional de Ciência da Unesco, lançaram o primeiro Guia de Centros e Museus de Ciência da América Latina e do Caribe. A publicação foi apresentada durante o 14º Congresso RedPOP, que reuniu mais de 300 divulgadores da ciência de 21 países em Medellín, na Colômbia.

Com uma relação de cerca de 470 centros da região, o guia – que tem versões em português e espanhol - foi distribuído gratuitamente a membros da RedPOP e a bibliotecas da região. A publicação também pode ser acessada gratuitamente no site da entidade e aqui no portal do Museu da Vida.

“O guia faz parte das comemorações dos 25 anos da RedPOP e só foi possível graças a todas as instituições e todos os indivíduos envolvidos, que trabalharam de forma intensa e muito entusiasmada para tornar esse sonho possível”, afirma Luisa Massarani, diretora da rede. O guia teve o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e do Convenio Andrés Bello.

Entre as instituições colaboradoras, estão a Asociación Argentina de Centros y Museos de Ciencia y Tecnologia; Asociación Mexicana de Museos y Centros de Ciencia y Tecnologia, Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência; Liliput – Red de Pequeños Museos del Área Andina; Sociedad Mexicana para la Divulgación de la Ciencia y la Técnica; Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Fundación Cientec (Costa Rica), Museo Interactivo Mirador (Chile) e Parque Explora (Colômbia). Também colaboraram a Academia de Ciencias de Nicaragua e a Universidad Don Bosco (El Salvador).

Clique aqui para baixar gratuitamente a publicação em português e aqui para fazer download da versão em espanhol.

Guia de Museus de Ciência do Brasil

Em maio, também foi lançada a terceira edição do Guia de Museus de Ciência do Brasil, iniciativa que resultou de um esforço conjunto entre a Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC), a Casa da Ciência da UFRJ e o Museu da Vida. Com informações sobre 268 espaços científico-culturais espalhados pelo país, o novo guia funciona como instrumento de divulgação ao público em geral, em especial às escolas. A publicação está disponível online.
Com o trabalho “Monitoramento, capacitação e aprimoramento em jornalismo científico em países do Mercosul”, as pesquisadoras Luisa Massarani e Marina Ramalho, do Museu da Vida, e equipe conquistaram o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia na categoria “Integração”. O anúncio foi feito em maio no site do CNPq.

A entrega dos prêmios da edição de 2014, que teve como tema “Popularização da Ciência”, aconteceu no último dia 17 de junho na sede do CNPq, em Brasília. O presidente do CNPq, Hernan Chaimovich, destacou a importância dessa iniciativa para o alvorecer do protagonismo da América Latina no cenário mundial. Para ele, uma política pública em ciência, tecnologia, inovação e educação científica é a chave para o desenvolvimento latino-americano.

Coordenadora do projeto, Massarani integra o Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do museu junto com Ramalho. A equipe de trabalho teve como membros jornalistas e pesquisadores de diferentes países da América Latina, como Acianela Montes de Oca, da Universidad Católica Andrés Bello (Venezuela), Ana María Vara, da Universidad Nacional de San Martín (Argentina), Daniel Hermelín Bravo, da Universidad EAFIT (Colômbia), Ildeu de Castro Moreira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maria del Carmen Cevallos, da Pontificia Universidad Católica do Equador, Tania Arboleda, do Observatorio Colombiano de Ciencia y Tecnología, e Yurij Castelfranchi, da Universidade Federal de Minas Gerais.

O trabalho foi feito no âmbito da Rede Ibero-Americana de Monitoramento e Capacitação em Jornalismo Científico. Na vertente de pesquisa, a rede desenvolveu um protocolo, que buscou identificar e analisar as matérias de ciência e tecnologia em telejornais, aplicado no principal telejornal do Brasil e no da Colômbia. A partir do diagnóstico observado e da experiência prática da equipe, foram realizadas capacitações em cinco países do Mercosul, destinadas a jornalistas, cientistas e estudantes, que envolveram cerca de 500 profissionais com foco no aprimoramento do jornalismo científico.

A pesquisa também estimulou a capacitação em alguns países da América Central, como Honduras e Nicarágua, e resultou em três livros, que estão disponíveis para download na seção “Publicações” do site do Museu da Vida (veja os links ao fim do texto). "O projeto foi muito importante porque levou a capacitação em jornalismo científico a países que, em geral, não tem acesso a esse tipo de atividade, como Bolívia e Equador", afirma Massarani.

Das quatro categorias atribuídas pelo prêmio (Estudante Universitário, Iniciação Científica, Integração e Jovem Pesquisador) os brasileiros venceram em três. Num total de 109 trabalhos inscritos, 60 foram pré-selecionados e houve indicados a receber menções honrosas.

Conheça as publicações do projeto:

Jornalismo e ciência: uma perspectiva ibero-americana
Monitoramento e capacitação em jornalismo científico: a experiência de uma rede ibero-americana

Saiba mais aqui.

(Com informações do portal do CNPq)
Luisa Massarani, jornalista e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida (COC/Fiocruz) e coordenadora da América Latina e Caribe do portal de notícias SciDev.Net, foi reeleita para dirigir, pelo período 2016-2017, a Rede de Popularização da Ciência e Tecnologia na América Latina e no Caribe (RedPop).

A votação ocorreu em 29 de maio, na assembleia que encerrou o XIV congresso da Rede, em Medellín, Colômbia. Também fazem parte da diretoria Alejandra Leon-Castella (nodo Norte), Claudia Aguirre (nodo Andes) e Constanza Pedersoli (nodo Sur), com Ernesto Fernandez (representante da Unesco).

Dentre as ações realizadas pela direção de Massarani à frente da RedPOP entre 2014 e 2015, estiveram o lançamento do Guia de Museus e Centros de Ciência da América Latina e Caribe, em colaboração com o Museu da Vida, a Unesco e diversos parceiros; a realização de quatro eventos – no Brasil, México, Costa Rica e Argentina – para discussão de temas relacionados à divulgação científica; a renovação da imagem da Rede, com nova logo, revitalização da página no Facebook e novo site – este último em fase de finalização –; e o incremento em 100% no número de membros da Rede.

Para o próximo biênio, a diretoria prevê novas ações. “Já foi iniciada, por exemplo, a produção de um levantamento com iniciativas de popularização da ciência na América Latina, com o objetivo de divulgá-las, proporcionar uma avaliação crítica do impacto dessas ações e gerar um documento que ajude a sensibilizar tomadores de decisão sobre a importância das mesmas", destaca Luisa Massarani.

Entre outros projetos, também será feito um mapa das iniciativas de popularização da ciência na região dedicadas a grupos com algum tipo de incapacidade física ou cognitiva.

O próximo Congresso da RedPOP será realizado em 2017, na Universidad de La Punta, na Província de San Luís, Argentina.

Saiba mais sobre a RedPOP em: http://www.redpop.org/



Com a proposta de oferecer entrada gratuita em 41 museus da cidade do Rio de Janeiro e dois da Região Serrana, surgiu o projeto do Passaporte dos Museus Cariocas. A iniciativa integrou as comemorações dos 450 anos da capital fluminense.

O Museu da Vida esteve entre as instituições participantes. Ao longo de 2015, o Passaporte dos Museus Cariocas deu direito a uma entrada gratuita em cada um dos museus. Bastou escolher a instituição e apresentar o documento na recepção para ter sua entrada garantida, registrada com um carimbo.

O passaporte tem formato de um caderno de bolso e foi distribuído sem custo em seis pontos: Museu Nacional de Belas Artes, Museu da República, Museu Imperial, Museu de Arte do Rio, Museu Aeroespacial, Centro Cultural Banco do Brasil e Sítio Roberto Burle Marx. A validade do passaporte foi até o fim de 2015.

Veja a lista completa de museus aqui!
Link para o site Invivo
link para o site do explorador mirim
link para o site brasiliana

funcionamento terça a sexta-feira: 9-16h30, sábados: 10h-16h

agendamento de visitas (0xx21) 25906747

Fiocruz, Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro| CEP: 21045-900

Copyright © Museu da vida | Casa de Oswaldo Cruz | Fiocruz

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O Museu da Vida faz parte de:

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