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Que as florestas são importantes para manter a vida no planeta nós já sabemos! Mas de que forma elas contribuem para a vida nas grandes cidades como o Rio de Janeiro? Esse assunto foi discutido no sábado, 19 de fevereiro de 2011, em mais um evento dos contadores de histórias do Museu da Vida.

Os contadores apresentaram histórias sobre o tema florestas. Em seguida, houve um bate-papo com Tereza Cristina Arouca Frambach, geógrafa e educadora que desenvolve um trabalho muito interessante sobre o assunto no Parque Nacional da Tijuca – Rio de Janeiro.

Tereza contou porque as florestas são essenciais também nas cidades e quais as conseqüências quando são destruídas.

Antes e após o evento, livros sobre o assunto ficaram disponíveis para consulta na Biblioteca Móvel.

Os Contadores de Histórias ocorrem sempre no terceiro sábado de cada mês, gratuitamente, na Tenda da Ciência do Museu da Vida, às 11h.

Mais informações pelo telefone (21) 2590-6747 e pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
O Museu da Vida selecionou bolsistas para atuar no atendimento ao público visitante, com foco na área de educação em museus. Os interessados precisariam estar entre o 3º e 5º períodos da faculdade de pedagogia ou de letras.

A carga horária é de 20 horas semanais. É importante que o candidato tenha disponibilidade nas tardes de segunda-feira para reuniões de estudo e de equipe. O processo seletivo conta com análise curricular e entrevista. Os currículos devem ser encaminhados para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. entre 5 e 9 de setembro.



Confira a programação de setembro do Museu da Vida!

O evento contou com duas mesas: "Museus e territórios favelizados" e "Exposições, saúde e luta por direitos"
Nos dias 8 e 9 de setembro, o Museu da Vida realizou o "1º Encontro de Cocuradoria: participação social de territórios socialmente vulnerabilizados em exposições". O evento reuniu representantes de movimentos sociais, ativistas populares, estudantes e pesquisadores das áreas de ciências sociais e humanas, com o objetivo de provocar a discussão de novas possibilidades de exposições museais com participação popular.

A programação incluiu mesas de debate, apresentações culturais de atores sociais de Manguinhos e da Maré e roda de conversa.

Veja, abaixo, a programação:

8 de setembro

Apresentação da peça "Conferência Sinistra", às 13h

Baseada numa charge do início do século XX, a esquete teatral traz três personagens bastante curiosas: febre amarela, peste bubônica e varíola! Elas conversam sobre os males que causam à saúde e revelam seus temores em relação às medidas de prevenção lideradas pelos médicos Oswaldo Cruz e Carlos Chagas.

Mesa de abertura, de 13h30 às 16h30 | Museus e territórios favelizados
Local: Auditório do Museu da Vida

Claúdia Rose - historiadora, professora, pesquisadora e representante do Museu da Maré

Felipe Eugênio - historiador e coordenador de projetos da cooperação social da Fiocruz

Mário Chagas - professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), que atua em museologia social, museus comunitários, educação museal e em práticas sociais de memória e patrimônio

Participação especial: poetas de Manguinhos, que irão se apresentar entre as falas dos participantes da mesa

09 de setembro | de 9h às 12h

Mesa de debate "Exposições, saúde e luta por direitos"
Local: Tenda da Ciência

Marcos Alvito - professor, historiador e antropólogo, com atuação em cultura popular carioca e história das favelas

Norma Maria - psicopedagoga, militante e criadora do "Projeto Marias"

Alessandro Batista - chefe do Serviço de Visitação e Atendimento ao Público do Museu da Vida




OBJETIVO:
O concurso de desenho tem como objetivo convidar criar de 7 a 12 anos a pensar sobre os mares do Brasil e compartilhar suas ideias com a equipe do Museu da Vida, museu de ciências interativo ligado à Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz.

REGULAMENTO:

Art. 1º Esta promoção é de caráter cultural, sem fins lucrativos, de acordo com a legislação pertinente, sendo aberta a crianças de 7 a 12 anos, residentes no Brasil. Não podem concorrer filhos dos funcionários do Museu da Vida, de seus cônjuges ou de parentes de até 3º grau.

Art. 2º Para participar, as crianças devem apresentar um desenho que represente os mares do Brasil.

Art. 3º O desenho deve ser feito em folha de papel A4. Serão aceitos diversos materiais e técnicas, como colagem, guache, aquarela, lápis de cor, giz de cera, canetas hidrográficas, entre outros.

Art. 4º Os desenhos serão selecionados por uma comissão com base em critérios como: originalidade, criatividade e relação com o tema do concurso.

Art. 5º O primeiro lugar ganhará um passeio, na sua cidade, a museus de ciência (se a cidade não tiver um museu de ciência, o passeio ocorrerá em uma cidade próxima). A equipe do Museu da Vida vai preparar um passeio bem legal para o ganhador/ganhadora e um acompanhante.

Art. 6º Os melhores desenhos serão escolhidos para compor um painel que estará associado à exposição sobre os mares (ou poderão ser incorporados à própria exposição), que será montada no Museu da Vida. A entrada a tal exposição será gratuita.

Art. 7º Cada participante poderá enviar um único desenho. Para enviar o desenho é preciso preencher a ficha de inscrição. (Clique aqui para baixar a ficha de inscrição)

Art. 8º O desenho e a ficha devidamente preenchida deverão ser colocados em envelope, no qual deverá constar escrito “Concurso Os mares do Brasil na ponta do lápis!”. O envelope deve ser enviado para o endereço:

“Concurso Os mares do Brasil na ponta do lápis!”
Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz, sala 8
Fundação Oswaldo Cruz
Av. Brasil 4365, Manguinhos
CEP 21040-900 Rio de Janeiro RJ

Art. 9º Serão aceitos apenas os desenhos com a ficha de inscrição completa, incluindo endereço e telefone do participante e da escola em que esteja matriculado.

Art. 10º O prazo máximo de envio dos desenhos é 10 de outubro de 2016 (data de postagem no correio). O Museu da Vida não arcará com as despesas de postagem.

Art. 11º Em nenhuma hipótese os vencedores poderão receber o valor do prêmio em dinheiro ou produtos.

Art. 12º Os participantes da promoção deverão consultar a lista dos contemplados, que será divulgada no site do Museu da Vida, em www.museudavida.fiocruz.br 

Art. 13º Os participantes da promoção, neste ato representados pelos seus responsáveis legais, desde já, declaram ser de sua autoria os desenhos encaminhados à promoção, não constituindo plágio de espécie alguma.

Art. 14º Os participantes da promoção, neste ato representados pelos seus responsáveis legais, autorizam a digitalização e o tratamento digital dos desenhos, a fim de adequá-los à proposta expográfica. Autorizam ainda a publicação e divulgação dos desenhos, no todo ou em parte, em material relacionado à exposição sobre os mares do Brasil, bem como em materiais de eventos institucionais do Museu da Vida, sem que constituam ofensa a direitos autorais e/ou conexos.

Art. 15º Os desenhos encaminhados para esta promoção não serão devolvidos, em hipótese alguma.

Art. 16º A participação nesta promoção implica aceitação irrestrita deste regulamento.

Art. 17º Serão desclassificados os trabalhos que não se enquadrarem neste regulamento.

Art. 18º Os contemplados nesta promoção, por meio de seus representantes legais, autorizam o Museu da Vida a utilizar o seu nome e imagem em qualquer tipo de mídia e peças promocionais que tenham por objetivo a divulgação dos resultados da promoção.

Art. 19º Quaisquer dúvidas, divergências ou situações não previstas neste regulamento serão julgadas e decididas de forma soberana e irrecorrível pela equipe do Museu da Vida.

INFORMAÇÕES:

Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz
Fundação Oswaldo Cruz
Av. Brasil 4365
Manguinhos
CEP 21045-900 Rio de Janeiro RJ
Site: www.museudavida.fiocruz.br/concursomares 
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

Crédito da foto: Brocken Inaglory - Wikipedia



















A maior parte de nosso planeta é água. Mas se sabe ainda muito pouco sobre os mares.
Nós, do Museu da Vida, um museu superdivertido no Rio de Janeiro, estamos preparando uma exposição para você mergulhar neste mundo. Mas, antes disso, gostaríamos de saber o que você pensa dos mares brasileiros.

Que tal fazer um desenho para a gente sobre este assunto? Vamos nessa?

Participe do concurso “Os mares do Brasil na ponta do lápis!” e faça um desenho sobre os mares do Brasil.
O concurso se destina a crianças de 7 a 12 anos. Cada participante poderá enviar um único desenho.
Os desenhos podem ser enviados até 10 de outubro de 2016 (vale a data de postagem nos correios).

O primeiro lugar ganhará um passeio, na sua cidade, a museus de ciência (se a sua cidade não tiver um museu de ciência, levaremos você para uma cidade próxima).

Os melhores desenhos serão escolhidos para compor um painel que estará associado à exposição sobre os mares, que será montada no Museu da Vida.

Participe!

Clique aqui para ler o regulamento completo.

Informações:
Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz
Fundação Oswaldo Cruz
Av. Brasil 4365
Manguinhos
CEP 21045-900 Rio de Janeiro RJ
Site: www.museudavida.fiocruz.br/concursomares
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Está disponível para download a publicação “Divulgação científica e museus de ciência: O Olhar do Visitante”. Com oito artigos e uma entrevista, a obra busca compartilhar algumas experiências e pesquisas sobre a relação entre os museus de ciência e seus diferentes públicos.

A publicação é organizada por Luisa Massarani, Rosicler Neves e Luís Amorim, do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz. Com 104 páginas, é editada pelo Museu da Vida e pela RedPOP, Red de Popularización de la Ciencia y la Tecnología de América Latina y el Caribe.

Acesse aqui.
Jovens de todo o país e dirigentes da ONU Brasil se reuniram na Fundação Oswaldo Cruz em 15 de agosto de 2016 para celebrar o Dia Internacional da Juventude, comemorado no último dia 12. A Tenda da Ciência, do Museu da Vida, foi palco de uma roda de conversa entre os cerca de 200 jovens – muitos deles representantes de minorias, como deficientes físicos, refugiados, negros, mulheres, índios e transexuais – e membros da diretoria da Fiocruz e da ONU. Na pauta, um grande desafio: construir uma agenda de políticas públicas voltada para os jovens brasileiros. Promovido pelo Sistema das Nações Unidas e a Fiocruz, o encontro teve como mote “Juventudes, Esporte e Desenvolvimento: Rota para 2030”.

Os jovens que participaram das atividades em visita à exposição "O Rio que se queria negar", que reúne fotos do antropólogo Anthony Leeds de favelas cariocas na década de 1960 (Foto: Svap/Museu da Vida)
O grupo que participou das atividades foi recebido pela equipe do Museu da Vida e visitou a exposição “O Rio que se queria negar: as favelas do Rio de Janeiro no acervo de Anthony Leeds”, borboletário, Castelo Mourisco e ainda assistiu à esquete teatral “Conferência Sinistra”.

“O Dia Internacional da Juventude visa incentivar a criação de políticas públicas voltadas para os jovens. Desde sua criação, o Museu atende jovens visitantes e trabalha com a formação de jovens. Acreditamos que o MV converge duas questões que são caras à Fiocruz por meio de suas atividades: fortalecimento e acesso ao SUS e o diálogo com a questão da promoção de políticas com foco na juventude”, esclarece Alessandro Batista, coordenador do Serviço de Visitação e Atendimento ao Público do Museu da Vida.

Depois de visitarem os espaços do Museu na parte da manhã, jovens de diferentes segmentos sociais se reuniram à tarde e participaram de uma roda de conversa para compartilhar experiências e defender pontos de vista. A ativista trans Ayune Bezerra, da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), foi a primeira a falar. Ela lembrou que, enquanto as Olimpíadas são um “momento para quebrar recordes”, o Brasil guarda os índices mais altos de outros indicadores: segundo a ONG Transgender Europe, o país é o que mais mata travestis e transexuais no mundo, e a expectativa para pessoas trans é de apenas 35 anos. “Para cumprir a Agenda 2030, os legisladores precisam começar a governar pela população”, defendeu.

Adel Bakkour, que nasceu na Síria e veio como refugiado para o Rio de Janeiro há três anos, também relatou sua história. O jovem contou que, uma vez no Brasil, suas maiores dificuldades de adaptação foram com a língua e ao tentar encontrar moradia; ainda assim, perseverou e se tornou professor de árabe. “Estar em um país como refugiado não significa que deixamos de estar ativos. Sempre vamos ter nossos motivos para continuar nossas carreiras: só precisamos de chances para construir um caminho”, afirmou.

Em outra fala, Jorge Luís, estudante de direito que trabalha no jornal Fala, Manguinhos!, disse que “ser jovem, negro e morador de favela é um sério risco à vida”. Luís definiu a ordem estabelecida no Brasil como “fuzilocêntrica”, e as frequentes operações policiais na comunidade onde vive como “um extermínio”. “Penso em 2030 como um jovem que não sabe se estará vivo amanhã”, constatou.

O encontro também contou com apresentação do grupo Dream Team do Passinho, composto por cinco jovens de favelas cariocas. A música "Mais Direitos, menos zika", lançada em parceria com o fundo da ONU em campanha pelos direitos reprodutivos das mulheres, foi um dos destaques do show. Ao fim do espetáculo, todos os membros do Dream Team receberam certificados da ONU, e Lellêzinha, única integrante mulher do grupo, foi nomeada Amiga do Fundo de População das Nações Unidas Brasil (Unfpa Brasil) para a Juventude.



Para ler outras informações sobre o encontro, acesse “ONU e Fiocruz discutem políticas públicas para a juventude”.

(Com informações da Agência Fiocruz de Notícias)
Cidade natal de Oswaldo Cruz, São Luiz do Paraitinga (SP) recebeu de 2 a 5 de agosto o Ciência Móvel, nosso caminhão da ciência! A iniciativa chegou ao município para integrar a programação da Semana Oswaldo Cruz, em comemoração ao aniversário do nascimento do cientista, que desempenhou importante papel no combate à peste bubônica e à febre amarela no início do século 20.

Entre as atrações do Ciência Móvel, estava o Girotec, um giroscópio humano que desafiará o visitante a equilibrar os eixos de rotação enquanto seu corpo gira em várias direções. O Ciência Móvel traz ainda a pilha humana, uma atividade que convida o visitante a fechar um circuito com suas próprias mãos e investigar a corrente elétrica que é gerada.

Nascido em 5 de agosto de 1872, Oswaldo Cruz viveu na cidade natal até 1877, quando sua família se transferiu para o Rio. Aos 15 anos, ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e formou-se médico em 24 de dezembro de 1892. Depois de estudar no Instituto Pasteur de Paris, ele retornou ao Brasil e ocupou diferentes cargos públicos, como diretor do Instituto Soroterápico Federal, que deu origem à Fiocruz.


A paixão pelas áreas de divulgação científica, saúde e ciência esteve presente em cada trabalho de Virgínia Schall. O desenvolvimento de livros para crianças, como Ciranda da saúde, Ciranda do Meio Ambiente e Ciranda da Vida, amplamente utilizados em escolas públicas; a criação de jogos, como Zig-Zaids, que aborda a Aids para pré-adolescentes; e a coordenação no processo de implantação do programa de pós-graduação em Ciências da Saúde, no Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz Minas), são algumas das inúmeras contribuições da pesquisadora.

No dia 29 de junho, em homenagem a ela, a Tenda da Ciência recebeu seu nome. A data foi comemorada com o evento “Educação, ciência e saúde com poesia: vida e obra de Virgínia Schall”, que teve apresentação de peça de teatro, mesa-redonda e leitura de poesias. Promovido pela Fiocruz, a partir da vice¬-presidência de Ensino, Informação e Comunicação, o evento é uma ação conjunta da Casa de Oswaldo Cruz, por meio do Museu da Vida; do Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz Minas) e do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

Psicóloga, doutora em Educação e pesquisadora da Fiocruz, Virgínia faleceu em abril de 2015. Durante sua trajetória, ela conquistou o 11º Prêmio José Reis de Divulgação Científica, em 1990, por seus trabalhos destinados a divulgar, principalmente entre crianças, informações sobre higiene e doenças infectocontagiosas. O presidente da Fiocruz lembra a participação da pesquisadora no campo da divulgação científica. “Ela teve participação fundamental na construção e no desenvolvimento dessa área na Fiocruz. Foi peça chave na criação do Museu da Vida e de vários outros projetos de grande importância para a instituição. Atenciosa, generosa, foi uma pessoa agregadora e muito querida por todos que trabalharam com ela”, afirma Paulo Gadelha.

Confira o que rolou durante a homenagem!

9h – Abertura
9h20 – Espetáculo teatral “O rapaz da rabeca e a moça Rebeca”
10h10 – Mesa de abertura

Com Nísia Trindade Lima, vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz; Paulo Elian, diretor da Casa de Oswaldo Cruz; Zélia Profeta, diretora do Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz Minas); e Wilson Savino, diretor do Instituto Oswaldo Cruz

10h30 – Mesa-redonda: "Educação, ciência e saúde com poesia: vida e obra de Virgínia Schall"

Mediação: Diego Bevilaqua, chefe do Museu da Vida
Palestrantes: Pedro Jurberg, Lúcia Rotenberg e Simone Monteiro, do Instituto Oswaldo Cruz; Carla Gruzman, do Museu da Vida; Denise Nacif Pimenta, do Centro de Pesquisas René Rachou; e Miriam Struchiner, do Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde (Nutes/UFRJ)

14h – Homenagem da Fiocruz à família de Virgínia Schall
Com Paulo Gadelha, presidente da Fiocruz, e Nísia Trindade Lima

Leitura de poesias e abertura do microfone para homenagens

16h – Descerramento da placa da Tenda da Ciência


Para mais informações, ligue para (21) 2590-6747.

Atualizado em 29 de junho de 2016
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funcionamento terça a sexta-feira: 9-16h30, sábados: 10h-16h

agendamento de visitas (0xx21) 25906747

Fiocruz, Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro| CEP: 21045-900

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