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Está disponível para download a publicação “Divulgação científica e museus de ciência: O Olhar do Visitante”. Com oito artigos e uma entrevista, a obra busca compartilhar algumas experiências e pesquisas sobre a relação entre os museus de ciência e seus diferentes públicos.

A publicação é organizada por Luisa Massarani, Rosicler Neves e Luís Amorim, do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz. Com 104 páginas, é editada pelo Museu da Vida e pela RedPOP, Red de Popularización de la Ciencia y la Tecnología de América Latina y el Caribe.

Acesse aqui.
Jovens de todo o país e dirigentes da ONU Brasil se reuniram na Fundação Oswaldo Cruz em 15 de agosto de 2016 para celebrar o Dia Internacional da Juventude, comemorado no último dia 12. A Tenda da Ciência, do Museu da Vida, foi palco de uma roda de conversa entre os cerca de 200 jovens – muitos deles representantes de minorias, como deficientes físicos, refugiados, negros, mulheres, índios e transexuais – e membros da diretoria da Fiocruz e da ONU. Na pauta, um grande desafio: construir uma agenda de políticas públicas voltada para os jovens brasileiros. Promovido pelo Sistema das Nações Unidas e a Fiocruz, o encontro teve como mote “Juventudes, Esporte e Desenvolvimento: Rota para 2030”.

Os jovens que participaram das atividades em visita à exposição "O Rio que se queria negar", que reúne fotos do antropólogo Anthony Leeds de favelas cariocas na década de 1960 (Foto: Svap/Museu da Vida)
O grupo que participou das atividades foi recebido pela equipe do Museu da Vida e visitou a exposição “O Rio que se queria negar: as favelas do Rio de Janeiro no acervo de Anthony Leeds”, borboletário, Castelo Mourisco e ainda assistiu à esquete teatral “Conferência Sinistra”.

“O Dia Internacional da Juventude visa incentivar a criação de políticas públicas voltadas para os jovens. Desde sua criação, o Museu atende jovens visitantes e trabalha com a formação de jovens. Acreditamos que o MV converge duas questões que são caras à Fiocruz por meio de suas atividades: fortalecimento e acesso ao SUS e o diálogo com a questão da promoção de políticas com foco na juventude”, esclarece Alessandro Batista, coordenador do Serviço de Visitação e Atendimento ao Público do Museu da Vida.

Depois de visitarem os espaços do Museu na parte da manhã, jovens de diferentes segmentos sociais se reuniram à tarde e participaram de uma roda de conversa para compartilhar experiências e defender pontos de vista. A ativista trans Ayune Bezerra, da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), foi a primeira a falar. Ela lembrou que, enquanto as Olimpíadas são um “momento para quebrar recordes”, o Brasil guarda os índices mais altos de outros indicadores: segundo a ONG Transgender Europe, o país é o que mais mata travestis e transexuais no mundo, e a expectativa para pessoas trans é de apenas 35 anos. “Para cumprir a Agenda 2030, os legisladores precisam começar a governar pela população”, defendeu.

Adel Bakkour, que nasceu na Síria e veio como refugiado para o Rio de Janeiro há três anos, também relatou sua história. O jovem contou que, uma vez no Brasil, suas maiores dificuldades de adaptação foram com a língua e ao tentar encontrar moradia; ainda assim, perseverou e se tornou professor de árabe. “Estar em um país como refugiado não significa que deixamos de estar ativos. Sempre vamos ter nossos motivos para continuar nossas carreiras: só precisamos de chances para construir um caminho”, afirmou.

Em outra fala, Jorge Luís, estudante de direito que trabalha no jornal Fala, Manguinhos!, disse que “ser jovem, negro e morador de favela é um sério risco à vida”. Luís definiu a ordem estabelecida no Brasil como “fuzilocêntrica”, e as frequentes operações policiais na comunidade onde vive como “um extermínio”. “Penso em 2030 como um jovem que não sabe se estará vivo amanhã”, constatou.

O encontro também contou com apresentação do grupo Dream Team do Passinho, composto por cinco jovens de favelas cariocas. A música "Mais Direitos, menos zika", lançada em parceria com o fundo da ONU em campanha pelos direitos reprodutivos das mulheres, foi um dos destaques do show. Ao fim do espetáculo, todos os membros do Dream Team receberam certificados da ONU, e Lellêzinha, única integrante mulher do grupo, foi nomeada Amiga do Fundo de População das Nações Unidas Brasil (Unfpa Brasil) para a Juventude.



Para ler outras informações sobre o encontro, acesse “ONU e Fiocruz discutem políticas públicas para a juventude”.

(Com informações da Agência Fiocruz de Notícias)
Cidade natal de Oswaldo Cruz, São Luiz do Paraitinga (SP) recebeu de 2 a 5 de agosto o Ciência Móvel, nosso caminhão da ciência! A iniciativa chegou ao município para integrar a programação da Semana Oswaldo Cruz, em comemoração ao aniversário do nascimento do cientista, que desempenhou importante papel no combate à peste bubônica e à febre amarela no início do século 20.

Entre as atrações do Ciência Móvel, estava o Girotec, um giroscópio humano que desafiará o visitante a equilibrar os eixos de rotação enquanto seu corpo gira em várias direções. O Ciência Móvel traz ainda a pilha humana, uma atividade que convida o visitante a fechar um circuito com suas próprias mãos e investigar a corrente elétrica que é gerada.

Nascido em 5 de agosto de 1872, Oswaldo Cruz viveu na cidade natal até 1877, quando sua família se transferiu para o Rio. Aos 15 anos, ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e formou-se médico em 24 de dezembro de 1892. Depois de estudar no Instituto Pasteur de Paris, ele retornou ao Brasil e ocupou diferentes cargos públicos, como diretor do Instituto Soroterápico Federal, que deu origem à Fiocruz.


A paixão pelas áreas de divulgação científica, saúde e ciência esteve presente em cada trabalho de Virgínia Schall. O desenvolvimento de livros para crianças, como Ciranda da saúde, Ciranda do Meio Ambiente e Ciranda da Vida, amplamente utilizados em escolas públicas; a criação de jogos, como Zig-Zaids, que aborda a Aids para pré-adolescentes; e a coordenação no processo de implantação do programa de pós-graduação em Ciências da Saúde, no Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz Minas), são algumas das inúmeras contribuições da pesquisadora.

No dia 29 de junho, em homenagem a ela, a Tenda da Ciência recebeu seu nome. A data foi comemorada com o evento “Educação, ciência e saúde com poesia: vida e obra de Virgínia Schall”, que teve apresentação de peça de teatro, mesa-redonda e leitura de poesias. Promovido pela Fiocruz, a partir da vice¬-presidência de Ensino, Informação e Comunicação, o evento é uma ação conjunta da Casa de Oswaldo Cruz, por meio do Museu da Vida; do Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz Minas) e do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

Psicóloga, doutora em Educação e pesquisadora da Fiocruz, Virgínia faleceu em abril de 2015. Durante sua trajetória, ela conquistou o 11º Prêmio José Reis de Divulgação Científica, em 1990, por seus trabalhos destinados a divulgar, principalmente entre crianças, informações sobre higiene e doenças infectocontagiosas. O presidente da Fiocruz lembra a participação da pesquisadora no campo da divulgação científica. “Ela teve participação fundamental na construção e no desenvolvimento dessa área na Fiocruz. Foi peça chave na criação do Museu da Vida e de vários outros projetos de grande importância para a instituição. Atenciosa, generosa, foi uma pessoa agregadora e muito querida por todos que trabalharam com ela”, afirma Paulo Gadelha.

Confira o que rolou durante a homenagem!

9h – Abertura
9h20 – Espetáculo teatral “O rapaz da rabeca e a moça Rebeca”
10h10 – Mesa de abertura

Com Nísia Trindade Lima, vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz; Paulo Elian, diretor da Casa de Oswaldo Cruz; Zélia Profeta, diretora do Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz Minas); e Wilson Savino, diretor do Instituto Oswaldo Cruz

10h30 – Mesa-redonda: "Educação, ciência e saúde com poesia: vida e obra de Virgínia Schall"

Mediação: Diego Bevilaqua, chefe do Museu da Vida
Palestrantes: Pedro Jurberg, Lúcia Rotenberg e Simone Monteiro, do Instituto Oswaldo Cruz; Carla Gruzman, do Museu da Vida; Denise Nacif Pimenta, do Centro de Pesquisas René Rachou; e Miriam Struchiner, do Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde (Nutes/UFRJ)

14h – Homenagem da Fiocruz à família de Virgínia Schall
Com Paulo Gadelha, presidente da Fiocruz, e Nísia Trindade Lima

Leitura de poesias e abertura do microfone para homenagens

16h – Descerramento da placa da Tenda da Ciência


Para mais informações, ligue para (21) 2590-6747.

Atualizado em 29 de junho de 2016
As inscrições vão até o dia 27 de junho
Opa, tem oportunidade para alunos de graduação na área! O Museu da Vida está com vagas abertas no campo da educação em museus, para atuar no atendimento ao público visitante. É necessário estar cursando história a partir do 4° período da faculdade. A carga horária é de 20 horas semanais e é importante que o candidato tenha disponibilidade nas tardes de segunda-feira para reuniões de estudo e de equipe.

O processo seletivo conta com análise curricular e entrevista. Os interessados devem encaminhar currículo para o Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até 27 de junho. Partiu compartilhar!

Publicado em 23 de junho de 2016


A gente também visita universidades brasileiras e outros museus! Visitamos laboratórios de neurocientistas na Universidade Federal do Rio de Janeiro. É muito irado observar neurônios num microscópio!
Fala, galera! Somos a equipe BioSin, formada por jovens de ensino médio, graduandos e profissionais do MV que estão mega empolgados com a ideia de bater um papo sobre biologia sintética com a sociedade. Ao longo de 2016, estamos envolvidos em atividades de divulgação científica, desde a elaboração de pequenos vídeos para o Youtube do Museu da Vida até a organização de um evento sobre questões éticas na ciência que promete ser muito louco!

Nossa ideia é levantar questões sobre a área da biologia sintética, que está crescendo no Brasil, com uma pegada artística, cultural, científica, ética... são muitas as possibilidades! Neste projeto, o Museu da Vida está atuando como parceiro da Rede Europeia de Centros e Museus de Ciência (Ecsite, na sigla em inglês). Nós fomos a única instituição da América Latina selecionada para participar, junto com outros museus estrangeiros, dessa iniciativa cuja sigla é um pouco complicada, e o nome é bem grandinho: Synenergene. Traduzindo este monte de letrinhas para o português, fica assim: Inovação e Pesquisa Responsável em Biologia Sintética.

Queremos trazer a sociedade para junto do debate, buscando engajar a população no tema e mobilizando jovens, sociedade civil, tomadores de decisão, pesquisadores... ou seja, gente como a gente! ;) Ah! Vale lembrar que ainda não sabemos ao certo o que é biologia sintética: a gente embarcou nessa para descobrir juntos! Já percebemos que, na ciência, ao mesmo tempo em que essa área é super promissora e cheia de potencial, ela também está levantando várias questões éticas e legais. Isso é normal, saca? Esse é o momento para refletir sobre como a biologia sintética está evoluindo e como ela pode adotar práticas conscientes.

Olha a gente no topo do Castelo Mourisco!A ciência tem bastante disso. Afinal, os cientistas não sabem de tudo e eles precisam refletir sobre a prática deles. A Fundação Oswaldo Cruz, como instituição pública vinculada à área da saúde e de pesquisa, também adota práticas que estão relacionadas à biologia sintética. Essa é uma área que a vice-presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fiocruz está de olho e investindo esforços para que ela se fortaleça cada vez mais por aqui.

Nossos vídeos serão sempre divulgados no Face (/museudavida) e Twitter (@museudavida). Para assisti-los, acesse o canal do MV no YouTube. 

Esperamos que você curta tanto quanto a gente está curtindo! Fique de olho nessa página para saber das novidades!
Um abraço da equipe BioSin =) #DivulgaAêMV
A exposição “Biodiversidade e saúde” esteve em cartaz no Sesc Balneário e ficou por lá até 16 de setembro! Voltada para público a partir de 12 anos, a mostra estimula a reflexão sobre as relações entre biodiversidade, saúde e suas perspectivas socioambientais - especialmente no Brasil.

Desenvolvida em 2013 numa parceria com Farmanguinhos, da Fiocruz, a exposição está dividida em painéis e módulos interativos que convidam o visitante a compreender a complexidade da vida em diferentes níveis de hierarquia e a conhecer mais sobre os seis biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Mata Atlântica e Pampas. Outro ponto importante é permitir que o público reflita sobre a intervenção humana na natureza e na aceleração do processo de extinção de espécies. Entre as atividades, há um jogo da memória que apresenta informações sobre espécies brasileiras ameaçadas de extinção e outras atrações interativas que abordam as relações ecológicas que acontecem numa floresta.

A iniciativa aconteceu devido à parceria firmada com o Sesc Ciência em 2016. Programa criado em 1987, o Sesc Ciência está presente em todo o território nacional, estimulando ações de divulgação científica pelo país. Muitas cidades pequenas, em especial as do interior dos estados sem grandes recursos, se beneficiam do programa: mais de 250 cidades já receberam atividades de divulgação científica, totalizando cerca de um milhão de visitantes por todo o Brasil.

A exposição pôde ser visitada no Sesc Balneário - Sala de Ciências, localizado na avenida Constantinopla, 288, em Alvorada, Manaus.
O Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast) promoveu, no dia 22 de junho, o primeiro encontro de 2016 do projeto “Museu de ideias - educação em debate”. O projeto foi realizado em parceria com setores educativos de outros museus do Rio de Janeiro, entre eles o Serviço de Educação em Ciências e Saúde do Museu da Vida. Na programação, teve a mesa-redonda "Crianças no museu: estudos e relatos de mediação", realizada no auditório do prédio anexo do Mast e formada por Cristina Carvalho, professora do programa de pós-graduação em Educação da PUC-Rio; Thamiris Lopes e Maria Emília Santos, da PUC-Rio; e Adriana Vicente, coordenadora do Programa Educativo da Casa da Ciência, da UFRJ.

Em sua 8ª edição, o Museu de Ideias trouxe como tema central a educação infantil em museus. O propósito foi ampliar o debate e a reflexão acerca das múltiplas questões que envolvem o tema. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (21) 3514-5233 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
O girotec foi uma das atrações!
Com uma carreta cheia de equipamentos interativos levando ciência, brincadeira e muito conhecimento, o "Ciência Móvel – Vida e Saúde para Todos" foi a Mesquita, no Rio de Janeiro! A proposta, que comemora este ano uma década de sucesso, tem como objetivo promover a divulgação científica de forma lúdica, beneficiando moradores de cidades que não possuem museus de ciência. A carreta ficou estacionada na Escola Municipal Governador Roberto Silveira, em Edson Passos, onde os módulos foram montados e visitados gratuitamente pela população.

A bancada de microscopia, câmaras escuras, pilha humana, casa maquete, além da cadeira giratória e outros equipamentos foram as atrações. Para conhecer as atividades do caminhão, clique aqui.
O final dos tempos inquieta a humanidade há seculos e já inspirou uma série de crenças, teorias e opiniões. A expo oferece a oportunidade de refletir sobre essas diferentes versões. Foto: Renata Fontanetto
O que você diria sobre o fim do mundo? Baseados em respostas de cerca de 200 pessoas em um questionário on-line, alunos do curso de museologia da Unirio, com apoio do Museu Nacional da UFRJ, criaram a expo "Isso é o fim do mundo!", que ficou em cartaz no Salão de exposições temporárias do museu até 28 de maio.

Segundo Marina Lima, aluna e uma das organizadoras, o objetivo é estimular o visitante a conhecer, refletir e questionar a diversidade de opiniões sobre o tema. Para isso, são utilizados diversos recursos, de livros sagrados (como a Bíblia e o Alcorão), a músicas, efeitos de iluminação e peças museológicas.

"Estamos felizes e otimistas com esta iniciativa, que abriu novas possibilidades para o nosso público, trazendo outros olhares para as exposições temporárias apresentadas no MV”, afirma Diego Vaz Bevilaqua, chefe do Museu da Vida.

“A concepção de uma exposição é uma ideia que vai crescendo, é um desafio”, destaca Marina. A exposição é organizada em três módulos: científico, simbólico e humano. O primeiro aborda o discurso teórico da ciência sobre as diferentes possibilidades de fim do mundo, no processo dinâmico do próprio universo. No segundo, o tema é apresentado sob a ótica de lendas, mitos e crenças religiosas de diferentes culturas e grupos sociais. Já no terceiro, o aspecto humano é desenvolvido a fim de causar impacto e conscientizar, com imagens de guerra, desastres naturais e poluição, mostrando ações do ser humano que contribuem para a aceleração do processo de degradação do meio ambiente.

“A exposição demonstra como a ciência e as demais dimensões da vida estão entrelaçadas, mesmo quando o tema é o término da vida em nosso planeta. Esse é um tema que instiga as pessoas desde tempos remotos. A Fiocruz, enquanto importante instituição de pesquisa científica, desenvolve papel de destaque no combate às epidemias e pandemias que povoam o imaginário social, como grande fator de risco à vida em nosso planeta”, afirma Alessandro Batista, coordenador do Serviço de Visitação e Atendimento ao Público do Museu da Vida.

Além de alguns livros clássicos que ajudam a entender o assunto - como "A origem das espécies", de Charles Darwin; "Vida e morte do planeta Terra", escrito pelo paleontólogo Peter Ward e pelo astrofísico Donald Brownlee; "Os miseráveis", de Victor Hugo; e "A guerra dos mundos", de H. G. Wells -, os organizadores também abordam o tema a partir de obras de arte, como 'O tormento de Santo Antônio', de Michelangelo; e 'Os retirantes', de Portinari.
Link para o site Invivo
link para o site do explorador mirim
link para o site brasiliana

funcionamento terça a sexta-feira: 9-16h30, sábados: 10h-16h

agendamento de visitas (0xx21) 25906747

Fiocruz, Av. Brasil, 4365 - Manguinhos, Rio de Janeiro| CEP: 21045-900

Copyright © Museu da vida | Casa de Oswaldo Cruz | Fiocruz

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