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A premiação, recebida em 2015, foi para a categoria Instituição ou Veículo de Comunicação.



Cerimônia de entrega será na 67ª Reunião Anual da SBPC, em julho (foto: Peter Ilicciev)
Os 115 anos de história, memória e trajetória na área da saúde e da divulgação científica fizeram da Fundação Oswaldo Cruz a grande vencedora do Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica 2015. Neste ano, a categoria de premiação era "Instituição ou Veículo de Comunicação". Por unanimidade, a comissão julgadora do CNPq elegeu a Fiocruz pela atuação em prol da melhoria de vida da população e divulgação da ciência, tecnologia e inovação.

Para o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, receber a honraria “representa a consagração e o reconhecimento de uma das questões mais caras desde a constituição da Fiocruz”. “É importante que a ciência contribua para a cidadania e a qualidade de vida. E o trabalho desenvolvido na área de divulgação pela Fundação busca justamente que o cidadão possa se apropriar e ser partícipe na produção do conhecimento científico”, afirma.

Desde o início, a divulgação científica, enquanto compromisso com a saúde e a cidadania, tem sido uma constante na história da Fundação por meio de várias iniciativas e ações. O Museu da Vida representa um capítulo especial ao longo dos últimos 16 anos. Criado em 1999, ele é um espaço de integração entre ciência, cultura e sociedade, com o objetivo de informar e educar em ciência, saúde e tecnologia de forma lúdica e criativa.

Considerado hoje a “porta de entrada” da Fundação, o Museu, que já tinha sido agraciado com a Menção Honrosa do Prêmio em 1997, é visitado a cada ano por cerca de 60 mil pessoas, além de alcançar outras 140 mil pessoas anualmente com seu Ciência Móvel e suas exposições itinerantes.

O chefe do Museu, Diego Bevilaqua, comenta que “o reconhecimento pelo Prêmio José Reis das ações de divulgação e popularização da ciência na Fiocruz é uma conquista inédita, que vem coroar um processo de consolidação institucional dessas ações. A grande força da candidatura da Fiocruz para o prêmio vinha da tradição no campo, que nos leva ao Oswaldo Cruz, da pluralidade de ações e do reconhecimento institucional de sua centralidade no processo científico."

A vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz, Nísia Lima, e o presidente, Paulo Gadelha, dedicaram o momento à pesquisadora Virgínia Schall, falecida este ano e ganhadora do Prêmio José Reis de Divulgação Científica, na modalidade “Divulgação Científica”, em 1990. Schall foi uma das idealizadoras do Museu da Vida e escreveu seis livros de literatura infantil que tratam de questões de saúde que afetam crianças brasileiras.

Mais de 60 instituições inscritas

Destinado às iniciativas que contribuam significativamente para tornar a ciência, a tecnologia e a inovação conhecidas do grande público, o prêmio é concedido anualmente pelo CNPq desde 1978. Ele é individual e atribuído em um sistema de rodízio a uma das três categorias: "Jornalista em Ciência e Tecnologia", "Instituição ou Veículo de Comunicação" e "Pesquisador e Escritor".

Este ano, na segunda categoria, 62 instituições e veículos de comunicação se inscreveram. Além da Fiocruz, a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia foi eleita para ganhar Menção Honrosa. A premiação acontecerá na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), durante a 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre de 13 a 17 de julho.

Atualizado em 14/07/2015
(Com informações da Agência Fiocruz de Notícias e CNPq)


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