O caminhão da ciência estacionou por lá entre 11 e 14 de maio.
Atrações como o girotec e o novo planetário digital marcaram presença! Além delas, o público pode conferir módulos como a pilha humana, espelhos sonoros, painel fotovoltaico, cadeira giratória, entre outros! Conheça as atrações oferecidas aqui.
Atualizado em 16 de maio de 2016
As aulas tiveram início em agosto de 2016.

O mestrado tem como público-alvo museólogos, comunicadores, jornalistas, cientistas, educadores, sociólogos, cenógrafos, produtores culturais, professores de ciências licenciados (nível superior) e demais candidatos com graduação que atuam nesta área, seja no âmbito acadêmico ou prático.
O mestrado é resultado de uma parceria com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast) e a Fundação Cecierj. Entre os parceiros do programa na esfera internacional, estão a Universidade Cornell e o Hatfield Marine Science Center da Universidade do Estado do Oregon (Estados Unidos); a Escola Internacional Superior de Estudos Avançados (Itália); e a Universidade de Paris 8 (França).
O curso tem três linhas de pesquisa. A primeira - Cultura científica e sociedade - abrange reflexões sobre a dimensão cultural e social da ciência, da tecnologia e da saúde. Intitulada Educação, comunicação e mediação, a segunda linha dedica-se à interface entre as áreas da educação e da comunicação na mediação entre o conhecimento científico e a sociedade. Já a linha Estudo de público/audiência reúne análises com foco nos distintos públicos das diferentes atividades educativas e de divulgação científica.
"Como a pesquisa em divulgação científica é um campo do conhecimento recente no mundo, trabalhamos para a formação de recursos humanos e o fortalecimento da produção científica”, afirma a coordenadora do curso, Luisa Massarani. “Além disso, nos articulamos com vários dos melhores grupos do exterior. Com isso, temos neste curso um corpo docente excelente, interdisciplinar, com disciplinas especificamente pensadas para formar um mestrando na área."
Atualizado em 11/05/2016
Interessados em visitar o prédio podem agendar pelo e-mail
Durante a atividade, os participantes poderão saber mais sobre a história do edifício, seus aspectos arquitetônicos e o restauro, realizado como primeira etapa do projeto de requalificação do prédio, que, em 2017, passará a abrigar uma nova exposição do museu.
A Cavalariça é um dos prédios que compõem o primeiro conjunto edificado da Fiocruz, do início do século 20, concebido por Oswaldo Cruz e projetado no estilo eclético pelo engenheiro português Luiz Moraes Jr.. O edifício foi construído entre 1904 e 1905 para acolher os cavalos que eram utilizados para a produção de soros contra a peste bubônica, as inspeções e tratamentos veterinários, bem como o procedimento da extração de sangue que dava origem ao soro.
As ações de conservação e restauração contemplaram todos os materiais construtivos e os bens integrados ao edifício, desde o latão dos bicos de gás até os azulejos brancos ingleses, passando pelos tijolos de Marselha, metais dos equipamentos, esquadrias, escadas e a estrutura dos telhados. Durante os 18 meses de obra, foram recuperados interiores, fachadas e coberturas da Cavalariça. Para solicitar visitas em outras datas ou obter mais informações, entre em contato pelo telefone (21) 3865-2220 ou pelo e-mail
Atualizado em 26 de abril de 2016
Horário de 9h
Elielton Morais Sousa
Jonatan Peixoto de Castro
Julie Gomes de Santana
Juliane Cristina Florencio de Araújo
Paulo César Rodrigues Melo Filho
Vitória Cristina Florencio de Araújo
Ygor da Costa Sampaio
Horário de 10h30
Allan Lopes de Alcantara de Souza
Arthur Gresik de Araújo
Cláudio da Conceição Junior
Letícia Kécia da Silva Soares
Jorge Paulo Batista da Conceição
Nathália de Souza Lima Garrido
Rebeca Alves Ferreira
Atenção: chegue com 15 minutos de antecedência! Ao chegar, procure por Rosicler Neves ou Renata Fontanetto.
Obrigada a todos que participaram enviando textos e vídeos. Foi demais! Para mais informações, ligue para (21) 3865-2123 ou envie um e-mail para
O Museu está localizado no campus Fiocruz, em Manguinhos, na avenida Brasil, nº 4365. A divulgação dos candidatos selecionados para o projeto sairá neste site até 27 de abril. As atividades começam em 3 de maio, terça-feira, das 8h30 às 12h.
Dezesseis projetos já foram realizados desde 2013 em diferentes setores da instituição.
Desde 2013, várias iniciativas socioculturais já foram realizadas na Fiocruz por meio de parcerias feitas com o uso da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro (ISS). No dia 14 de abril, no auditório do Museu da Vida, o evento “Saúde e Cultura – parceria que dá certo” celebrou a realização dessas iniciativas. O encontro, aberto ao público, contou com a apresentação do bloco Céu na Terra, às 10h.
O número de projetos viabilizados cresceu de três, em 2013, para 16 neste ano. Um exemplo é a ação “Contando histórias e renovando esperanças”, realizada no Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF), que promove espaços de cultura, educação e lazer para as famílias e pacientes que frequentam o hospital.
No Museu da Vida, a exposição "Manguinhos Revelado" é mais um exemplo dessas iniciativas. Com um conjunto de fotografias produzidas na primeira metade do século XX, a expo mostra práticas de institucionalização da microbiologia no Brasil e aspectos do desenvolvimento das atividades científicas no campo da saúde pública pelo país.
Publicado em 13 de abril de 2016
Alô, jovens! Estamos em busca de estudantes de ensino médio para um projeto de divulgação científica
A primeira etapa de seleção ocorreu entre os dias 6 e 17 de abril.
Entre os meses de maio e novembro, essa turma vai ajudar a produzir vídeos para o YouTube do Museu, terá contato com cientistas, educadores e profissionais de divulgação científica, além de contribuir para outras atividades que vão rolar durante este ano. Haverá uma bolsa-auxílio para cada participante ao longo do projeto.
Aí você pergunta: mas o que é biologia sintética? Acredite: ainda há bastante a se discutir sobre o assunto e há várias definições. Essa área está crescendo no Brasil e em outros países. Por aqui, já vemos contribuições importantes nas áreas de saúde, alimentos e energia. Muitos consideram que a biologia sintética é uma nova abordagem da engenharia genética, ou seja, um momento em que novas ferramentas, técnicas e conceitos estão surgindo para que seja possível modificar o material genético de um microrganismo, como bactérias e leveduras.
Para participar, é preciso ter disponibilidade nas manhãs de terça, quarta e quinta-feira, entre 8h30 e 12h. Se você curte projetos animados e gosta da ideia de trabalhar com vídeos, clique aqui, preencha o formulário até 17 de abril e participe do processo seletivo. Fique de olho nas seguintes datas:
Prazo para envio do formulário e do vídeo: até 17 de abril
Divulgação dos candidatos selecionados na primeira etapa: até 20 de abril
Entrevistas: 25 de abril, na sede do Museu da Vida, que fica dentro do campus Fiocruz, em Manguinhos, na avenida Brasil, número 4.365
Divulgação dos candidatos aprovados: Até dia 27 de abril
Início das atividades: 3 de maio, terça-feira
Acesse o formulário aqui: https://docs.google.com/forms/d/1qkWHIimEI0pRA_4yFolmDilS_ZLohwexMjJ_hEWupyQ/viewform?c=0&w=1.
Todas as etapas serão divulgadas no site, Facebook e Twitter do Museu da Vida. Para mais informações, ligue para (21) 3865-2123, envie um e-mail para
Publicado em 06 de abril de 2016
Nosso caminhão da ciência levou atividades à quadra do Colégio Municipal Alvorada.
Nessas atividades, o público teve a chance de mergulhar no universo de vários campos da ciência, como a biologia e a astronomia. Nosso caminhão estará estacionado na quadra do Colégio Municipal Alvorada, na rua Vigário João Batista, número 4, no Centro.
Fruto de parceria com a Fundação Cecierj e Bio-Manguinhos, da Fiocruz, o Ciência Móvel tem patrocínio da Sanofi e da IBM, além de apoio do CNPq, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Atualizado em 02 de abril de 2016
Se você já ouviu alguém comparando o cérebro humano a uma máquina, saiba que não é à toa: ele coordena um montão de funções no nosso corpo! Quer descobrir quais? Venha curtir nossa programação!
Desde a hora em que acordamos até o momento em que estamos dormindo, o cérebro não para de trabalhar, recebendo informações, fazendo conexões, coordenando funções no corpo... ele está ali na ativa 24 horas por dia! Por isso, para mantê-lo tinindo e em boa forma, temos que instigá-lo e zelar pelas saúdes corporal e mental!De 19 a 23 de março, a programação do ´Celebrando o cérebro 2016´, que integra a VII Semana do Cérebro, animou o Museu da Vida. Em 2016, o tema foi: mente sã num corpo são! Confira o que rolou:
Contadores de Histórias do Museu da Vida
19 de março, às 11h, na Tenda da Ciência
Os contadores misturam fantasia, literatura, ciência e saúde a partir de histórias envolventes e divertidas.
Oficina de brinquedos com sucatas
19 de março, às 14h, no Epidauro
Para público de cinco a dez anos
Você acha que brincar e construir o seu brinquedo faz bem para a sua saúde física e mental? Então, venha participar de nossa oficina! A partir do poema "Quadrilha da sujeira", de Ricardo Azevedo, vamos conversar sobre o lixo, o brincar, a nossa saúde e a saúde do planeta. Descubra o quanto você pode se divertir ao produzir o seu próprio brinquedo e ao cuidar do planeta.
Microcefalia e Zika vírus: como podemos, unidos, transformar essa realidade?
19 de março, das 10h às 16h
22 de março, às 9h, 10h30, 13h30, 15h
23 de março, às 9h, 10h30, 13h30, 15h
Local: Pirâmide do Parque da Ciência
O que é um vírus? O que um vírus pode fazer ao nosso cérebro? O que a sociedade pode fazer coletivamente na luta pela saúde para todos? Convidamos você para conversar sobre essas questões no Parque da Ciência!
Trilha ‘Ativando o Cérebro’
22 de março, às 9h e 15h, na saída do Centro de Recepção
Para público a partir de 12 anos
Uma caminhada lúdica e interpretativa que busca despertar junto ao público visitante um maior respeito à natureza e à consciência ambiental. Caminhar, além de fazer bem ao corpo, faz bem à mente, ativando o cérebro e seus circuitos, reduzindo os riscos relacionados à perda de memória e falta de atenção, entre outros fatores. Você está pronto para ativar seu cérebro e suas emoções nesta caminhada?
Cérebro leitor
19 de março, às 13h30, 14h20 e 15h10
23 de março, às 9h e 13h30
Local: Castelo Mourisco
Para público a partir de 12 anos
Se você gosta de manter seu cérebro em forma, que tal fazer isso com a aventura da leitura? Os versos de um poema e a leitura instigante dos livros, por exemplo, melhoram as atividades do cérebro e a conectividade de ideias. Com a leitura, nosso cérebro também turbina as emoções!
Aventuras da visão
19 de março, às 10h e 15h
22 de março, às 9h e 15h
23 de março, às 9h e 13h30
Para público a partir de dez anos
Você já comparou ou ouviu alguém comparar o cérebro humano a uma máquina? Não é à toa, porque, afinal, ele é o órgão responsável por comandar todos os movimentos do corpo. Nesta atividade, você irá ativar áreas do cérebro ao explorar os módulos interativos.
A ótica do cérebro
22 de março, às 10h30
23 de março, às 10h30 e 13h30
Para público a partir de dez anos
Local: Câmara escura (Parque da Ciência)
Nossa percepção visual se inicia assim que o olho foca a luz em nossa retina. Dali até a sensação de visão que ocorre no cérebro, as informações visuais são, primeiramente, absorvidas por uma camada de células fotorreceptoras para, depois, serem transformadas em sinais eletroquímicos que serão enviados ao cérebro para serem interpretados. Junte-se a nós para desvendar como nosso sistema visual processa as imagens e qual a importância do cérebro nesse processo instigante!
Curumim quer música
22 de março, às 10h30 e 13h30, no Epidauro
Para público de seis a oito anos
O espetáculo conta a história do indiozinho Ynhire, que, ao acordar muito feliz e querendo ouvir os sons e a música da floresta, percebe que a mata está em silêncio. Ele parte em busca do som perdido e acaba encontrando personagens do folclore brasileiro, como o boitatá, o saci e o curupira. A função de cada um deles é apresentar ao público um instrumento musical confeccionado com material reciclado. Com cada instrumento, o público explora as propriedades do som (localização espacial, amplificação, timbre, tom e ritmo).
A caminhada dos Bichos
23 de março, às 15h, na Tenda da Ciência
Para público de cinco a sete anos
Essa atividade recorre a elementos de dança para explorar as diversas formas de locomoção dos animais, trabalhando, de forma lúdica, a percepção corporal e o desenvolvimento de habilidades psicomotoras e de criação.
Pintando o Cérebro - colorindo cérebros e neurônios
23 de março, às 9h e 15h, no Epidauro
A partir de moldes de gesso de minicérebros - que aqui no Museu chamamos de picolés de cérebros! -, você poderá pintar o seu próprio modelo, utilizando toda a sua criatividade e identificando as regiões cerebrais.
Capacete do cérebro
23 de março, às 9h e 15h, no Epidauro
Para público a partir de sete anos
Venha conhecer as principais regiões do cérebro e descobrir o que acontece em cada uma delas! Pinte, recorte e monte seu capacete de cérebro, indicando as áreas e as funções relacionadas ao sistema nervoso.
Uma viagem pelo interior do cérebro
19 de março, das 10h às 16h
22 de março, às 9h, 10h30, 13h30 e 15h
23 de março, às 9h, 10h30, 13h30 e 15h
Na Pirâmide do Parque da Ciência
Descubra como é o cérebro por fora e por dentro e compare o cérebro humano com o de outros animais. O que é igual e o que é diferente? Além disso, o público poderá conhecer alguns dos cérebros da coleção do Museu da Patologia, do Instituto Oswaldo Cruz.
Atualizado em 23 de março de 2016
Novos equipamentos estão sendo levados ao público, que pode interagir mais e aprender sobre ciência e tecnologia.
Em outro espaço, o público pode descobrir a física por trás das roldanas, onde é possível erguer cargas fazendo menos força. Outras atrações são a bancada de microscopia, os modelos anatômicos, os do olho humano, além das câmeras escuras, a exibição de vídeos e o giroscópio.
Em uma década de atividades, foram feitas mais de 100 viagens e atendidas cerca de 700 mil pessoas. Fruto da parceria com a Fundação Cecierj e Bio-Manguinhos, o Ciência Móvel atualmente conta com patrocínio da Sanofi, da IBM e apoio do CNPq/Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Atualizado em 21 de março de 2016
O evento foi marcado por uma série de palestras abertas ao público, e serviu como espaço de interlocução e de troca de experiências.
O Museu da Vida sediou seu primeiro encontro com o tema “Acessibilidade: interfaces e desafios em ambientes de museus”. O evento, realizado no dia 23 de novembro de 2015, das 9h às 17h, teve como objetivo reunir profissionais e pessoas interessadas para promover reflexão e discussão acerca da acessibilidade em museus. Algumas fotos do evento estão disponíveis no Flickr do Museu da Vida. Além disso, os participantes criaram um espaço de interlocução e de troca de experiências, visando fortalecer uma rede de acessibilidade em museus. Confira o que rolou na programação:
Credenciamento - 9h
Abertura - 9h30
Magali Sá – Vice-diretora de Pesquisa, Educação e Divulgação Científica da Casa de Oswaldo Cruz
Paulo Elian – Diretor da Casa de Oswaldo Cruz
Diego Bevilaqua – Chefe do Museu da Vida
Hilda Gomes – Coordenadora do Serviço de Educação do Museu da Vida
Palestra - 10h às 11h
Acessibilidade universal e plena em museus do Brasil e do mundo
Regina Cohen | Arquiteta, Pós-doutora em Arquitetura e coordenadora do Núcleo Pró-acesso da UFRJ. Foi professora assistente visitante na Universidade de Syracuse, nos EUA
Debate - 11h às 12h
Almoço - 12h às 13h
Relato de Experiências - 14h às 15h30
Atenção: como os três relatos vão acontecer ao mesmo tempo, informe, no ato da inscrição, em qual deles você gostaria de participar por ordem de preferência.
Relato de experiência com mediadora cega
Camila Alves | Psicóloga, educadora do setor educativo do CCBB, mestranda pela Universidade Federal Fluminense em Acessibilidade.
Relato de experiência com mediador surdo
Com representante do Projeto Surdos, da UFRJ, e participação de Bianca Reis, do Serviço de Visitação e Atendimento ao Público do Museu da Vida
Relato de experiência com designer de equipamentos acessíveis
Stella Savelli | Professora especializada em educação de surdos, do Instituto Nacional de Educação de Surdos, designer e, atualmente, coordenadora do projeto “Acessibilidade científico/cultural com e para surdos”, na Seção de Assistência ao Ensino (SAE) do Museu Nacional da UFRJ.
Coffee break - 15h30 às 16h15
Avaliação, entrega de declarações e encerramento - 16h15 às 17h
Para conhecer as iniciativas do Museu na área, acesse as matérias Os museus de ciência e a busca da acessibilidade aos surdos e Ciência acessível: Museu da Vida recebe visitantes surdos.
I Encontro “Acessibilidade: interfaces e desafios em ambientes de museus”
Inscrições: até 6 de novembro
Horário: das 9h às 17h
Local: Museu da Vida, no campus da Fiocruz
Endereço: avenida Brasil, nº 4.365, Manguinhos (próximo à passarela seis)
Para mais informações, envie um e-mail para
Atualizado em 14/12/2015
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