Luisa Massarani foi selecionada com o projeto National Institute of Science and Technology in Public Communication of Science and Technology.



A pesquisadora Luisa Massarani, do Museu da Vida, e o pesquisador Ildeu de Castro Moreira, da UFRJ, foram selecionados na chamada pública do Programa dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia com o projeto National Institute of Science and Technology in Public Communication of Science and Technology. A iniciativa tem como objetivo apoiar atividades de pesquisa de alto impacto em áreas estratégicas e/ou na fronteira do conhecimento visando buscar soluções de grandes problemas nacionais.

As 345 propostas apresentadas foram avaliadas por, no mínimo, três consultores internacionais e, posteriormente, pelo Comitê Julgador, que se reuniu na sede do CNPq, em Brasília. Dessas, 252 propostas receberam recomendação no processo de análise para financiamento.

“Na nossa avaliação, é uma grande conquista e um reconhecimento para a área de divulgação científica do país, visto que se trata de um edital de grande prestígio para a comunidade científica brasileira, em que tradicionalmente as áreas contempladas são as hard sciences", afirma Luisa.“Tal conquista só foi possível por conta da grande articulação dos principais grupos de pesquisa nessa área [de divulgação científica] no país e no exterior, que rapidamente se somaram a esta iniciativa”, ressalta. A proposta de Massarani inclui a participação de 126 pesquisadores de diversas instituições do Brasil, da Alemanha, Argentina, China, Colômbia, Estados Unidos, Franca, Inglaterra e Itália.

Luisa Massarani é Cientista do Nosso Estado (Faperj) e recebeu o Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia 2014 (categoria integração, como líder do grupo). Ela é membro do comitê científico da rede internacional da Public Communication for Science and Technology (PCST) e diretora executiva da Rede de Popularização da Ciência e Tecnologia na América Latina e Caribe (RedPOP).

A Fiocruz teve outros cinco pesquisadores beneficiados: Wilson Savino, diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), Patrícia Bozza (IOC), Samuel Goldenberg, diretor do Instituto Carlos Chagas (Fiocruz Paraná), Carlos Morel (coordenar do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde da Fiocruz), e Henrique Krieger (Fiocruz Rondônia).

Publicado em 17 de maio de 2016
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