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O presidente Paulo Gadelha recebeu a honraria do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, e pelo presidente do CNPq, Hernan Chaimovich.



Considerado hoje a “porta de entrada” da Fundação, o Museu da Vida já tinha sido agraciado com a Menção Honrosa do Prêmio em 1997 (foto: Ascom MCTI)

Na noite de abertura da 67ª edição da reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada no dia 12 de julho de 2015, o presidente da Fundação Oswaldo Cruz, Paulo Gadelha, recebeu o 35º Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica. A honraria é um reconhecimento a instituições, veículos ou pesquisadores que atuam na popularização da ciência, com intuito de levar a pesquisa para o público leigo. A homenagem foi entregue pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, e pelo presidente do CNPq, Hernan Chaimovich.

Durante a cerimônia da SBPC, o presidente Paulo Gadelha destacou iniciativas como o Museu da Vida, o Canal Saúde, a Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente e a oferta de cursos de pós-graduação em educação e ciência como prova de que a Fiocruz tem a convicção de que o fazer ciência depende fundamentalmente de uma interação muito forte com o cidadão.

"Nós, que estamos na interface entre o campo da ciência e tecnologia e a resposta a demandas muito significativas da população, compreendemos como fundamental essa dimensão", disse Gadelha.

Destinado às iniciativas que contribuam significativamente para tornar a ciência, a tecnologia e a inovação conhecidas do grande público, o prêmio é concedido anualmente pelo CNPq desde 1978. Ele é individual e atribuído em um sistema de rodízio a uma das três categorias: "Jornalista em Ciência e Tecnologia", "Instituição ou Veículo de Comunicação" e "Pesquisador e Escritor".

Este ano, na segunda categoria, 62 instituições e veículos de comunicação se inscreveram. Além da Fiocruz, a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia foi eleita para ganhar Menção Honrosa.

Saiba mais sobre esta edição do prêmio aqui.

Publicado em 16/07/2015 | Com informações da Agência Fiocruz de Notícias







A premiação, recebida em 2015, foi para a categoria Instituição ou Veículo de Comunicação.



Cerimônia de entrega será na 67ª Reunião Anual da SBPC, em julho (foto: Peter Ilicciev)
Os 115 anos de história, memória e trajetória na área da saúde e da divulgação científica fizeram da Fundação Oswaldo Cruz a grande vencedora do Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica 2015. Neste ano, a categoria de premiação era "Instituição ou Veículo de Comunicação". Por unanimidade, a comissão julgadora do CNPq elegeu a Fiocruz pela atuação em prol da melhoria de vida da população e divulgação da ciência, tecnologia e inovação.

Para o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, receber a honraria “representa a consagração e o reconhecimento de uma das questões mais caras desde a constituição da Fiocruz”. “É importante que a ciência contribua para a cidadania e a qualidade de vida. E o trabalho desenvolvido na área de divulgação pela Fundação busca justamente que o cidadão possa se apropriar e ser partícipe na produção do conhecimento científico”, afirma.

Desde o início, a divulgação científica, enquanto compromisso com a saúde e a cidadania, tem sido uma constante na história da Fundação por meio de várias iniciativas e ações. O Museu da Vida representa um capítulo especial ao longo dos últimos 16 anos. Criado em 1999, ele é um espaço de integração entre ciência, cultura e sociedade, com o objetivo de informar e educar em ciência, saúde e tecnologia de forma lúdica e criativa.

Considerado hoje a “porta de entrada” da Fundação, o Museu, que já tinha sido agraciado com a Menção Honrosa do Prêmio em 1997, é visitado a cada ano por cerca de 60 mil pessoas, além de alcançar outras 140 mil pessoas anualmente com seu Ciência Móvel e suas exposições itinerantes.

O chefe do Museu, Diego Bevilaqua, comenta que “o reconhecimento pelo Prêmio José Reis das ações de divulgação e popularização da ciência na Fiocruz é uma conquista inédita, que vem coroar um processo de consolidação institucional dessas ações. A grande força da candidatura da Fiocruz para o prêmio vinha da tradição no campo, que nos leva ao Oswaldo Cruz, da pluralidade de ações e do reconhecimento institucional de sua centralidade no processo científico."

A vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz, Nísia Lima, e o presidente, Paulo Gadelha, dedicaram o momento à pesquisadora Virgínia Schall, falecida este ano e ganhadora do Prêmio José Reis de Divulgação Científica, na modalidade “Divulgação Científica”, em 1990. Schall foi uma das idealizadoras do Museu da Vida e escreveu seis livros de literatura infantil que tratam de questões de saúde que afetam crianças brasileiras.

Mais de 60 instituições inscritas

Destinado às iniciativas que contribuam significativamente para tornar a ciência, a tecnologia e a inovação conhecidas do grande público, o prêmio é concedido anualmente pelo CNPq desde 1978. Ele é individual e atribuído em um sistema de rodízio a uma das três categorias: "Jornalista em Ciência e Tecnologia", "Instituição ou Veículo de Comunicação" e "Pesquisador e Escritor".

Este ano, na segunda categoria, 62 instituições e veículos de comunicação se inscreveram. Além da Fiocruz, a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia foi eleita para ganhar Menção Honrosa. A premiação acontecerá na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), durante a 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre de 13 a 17 de julho.

Atualizado em 14/07/2015
(Com informações da Agência Fiocruz de Notícias e CNPq)


Professor e chefe do departamento de Estudos em Ciência e Tecnologia da da Universidade de Cornell, EUA, ministrou palestra e minicurso gratuitos.



Nos dias 8 a 10 de julho de 2015, o pesquisador Bruce Lewenstein, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, esteve presente no Museu da Vida para o evento "A ciência em ambientes não formais". Professor e chefe do departamento de Estudos em Ciência e Tecnologia, Lewenstein é um dos maiores especialistas nessas áreas.

O foco do evento foi o tema ciência cidadã e houve palestra no dia 8, às 14h, sobre "Ciência Cidadã: combinando ciência e democracia". Já nos dias 9 e 10, Lewenstein ministrou o minicurso "Alfabetização científica, compreensão pública da ciência e engajamento público na ciência: é tudo a mesma coisa?".

Bruce Lewenstein é doutor pela Universidade da Pennsylvania na área de História e Sociologia da Ciência. Foi editor do periódico Public Understanding of Science entre 1998 e 2003, publicou mais de 70 artigos em revistas indexadas, escreveu dezenas de capítulos de livros e mais de dez livros nas áreas de comunicação e pesquisa em divulgação científica.

A ciência em ambientes não formais

"Ciência Cidadã: combinando ciência e democracia"
Palestra, dia 8/7, às 14h

"Alfabetização científica, compreensão pública da ciência e engajamento público na ciência: é tudo a mesma coisa?"
Minicurso, dias 9 e 10/7, das 9h às 16h30

Local: Tenda da Ciência, no campus Manguinhos da Fiocruz
Endereço: avenida Brasil, n° 4.365, próximo à passarela seis
Evento gratuito | Não está prevista ajuda de custo para pessoas de outros estados e cidades

Atualizado em 10/07/2015


Rede de parcerias contribui para ações de divulgação científica do Museu, como teatro e obras de revitalização. 




Os mediadores do Museu da Vida aproveitaram para tirar foto com a nossa nova hashtag: partiu usá-la nas redes sociais! (Foto: Renata Fontanetto)
No dia 12 de junho de 2015, o Museu da Vida lançou o programa “Amigos do Museu da Vida: uma rede de saúde, ciência e cultura”. Visitantes, alunos, profissionais da Fiocruz e representantes de empresas parceiras se reuniram para conhecer uma série de novidades que o ano de 2015 está trazendo ao nosso museu.

Todos os espaços de visitação terão uma nova história para contar ou um detalhe diferente para mostrar. Segundo Diego Bevilaqua, chefe do Museu da Vida, a rede de parcerias que se forma abre um novo horizonte de possibilidades para a divulgação e popularização da ciência. “Estamos lançando uma identidade visual, com marca e materiais de comunicação novos. Em breve, o site institucional também será atualizado”, anunciou.

Quer saber como o Expresso da Ciência vai funcionar? Clique aqui. (Foto: Renata Fontanetto)
Por meio de uma rede de parcerias, com patrocínio da IBM e copatrocínios das empresas Nortec Química e Schott, todos através da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, o Museu da Vida vai revitalizar equipamentos no Parque da Ciência, que vai ganhar rampas de acessibilidade, e dispor de uma nova maquete no Centro de Recepção super interativa!

Bevilaqua também destacou a exposição “Pelos Caminhos do SUS”, inaugurada em março deste ano, e disse que uma nova está a caminho para o segundo semestre, com temática sobre oceanos. "Nosso borboletário foi remodelado e será reaberto em setembro para o público. Também no segundo semestre teremos uma peça de teatro baseada em literatura de cordel”.

Ciência, arte e humor presentes no evento: a esquete "Conferência Sinistra" animou o lançamento! (Foto: Roberto Jesus Oscar)
De acordo com ele, diversas pesquisas já realizadas com os visitantes apontavam um dado importante: uma grande dificuldade de acesso ao Museu. Para atender essa necessidade, foi lançado o ônibus Expresso da Ciência. “Com ele, vamos trazer mais escolas e aumentar o potencial de inclusão social do Museu da Vida”, afirma Bevilaqua. Para mais informações sobre o ônibus, clique aqui.

As novidades não acabam aí! No encontro, o Ciência Móvel também anunciou sua temporada de viagens para 2015/2016. De 17 a 20 de junho, o caminhão da ciência irá para a primeira parada desse itinerário: a cidade de São José do Vale do Rio Preto, na região serrana do Rio.

Uma rede de amigos com missão social

Da dir. para esq., Diego Bevilaqua, Paulo Elian e Paulo Gadelha com representantes das empresas parceiras (Foto: Roberto Jesus Oscar)
No encontro, o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, destacou que a ciência não está separada da arte e da imaginação e que, a seu ver, elas estão presentes na atuação do Museu da Vida e da Casa de Oswaldo Cruz (COC). Gadelha lembrou uma frase de Carlos Chagas para ilustrar esse papel social: “Não vai demorar que passemos adiante uma grande e bela ciência, que faz arte em defesa da vida”, disse.

Paulo Elian, diretor da Casa de Oswaldo Cruz, afirmou que a COC e o Museu fazem parte de um mesmo projeto, pensando uma parte da história, memória e desenvolvimento do país. “A ousadia é o que caracteriza este programa, tomando passos importantes para o futuro. Cultura, educação e ciência são valores que fazem parte do nosso projeto”, acrescentou.

O Museu da Vida é gratuito. É para todos os gostos, idades, vontades e curiosidades! E aí? #PartiuMuseudaVida

Veja a galeria de fotos do evento aqui.

Atualizado em 07/07/2015

O objetivo da visita foi estimular uma maior interação entre os museus na área da medicina, arquitetura e preservação da memória e história.



A visita deve estimular maior interação entre ambos os museus na área da medicina, arquitetura e preservação da memória e história (foto: Renata Fontanetto)

No dia 25 de junho de 2015, o Museu da Vida recebeu a visita da diretora adjunta do Science Museum de Londres, Jean Franczyk, e da diretora de ciência e inovação da Embaixada Britânica em Brasília, Julia Knights. Elas conheceram os espaços do Museu e algumas iniciativas de restauro, preservação da memória e divulgação científica da Casa de Oswaldo Cruz.

O grupo, acompanhado por Carolina Costa, diretora adjunta de ciência e inovação do Consulado Geral Britânico em São Paulo, e de Marcia Seimetz, assistente do Fundo Newton para a Rede de Ciência e Tecnologia, foi recebido pelo chefe do Museu da Vida, Diego Bevilaqua. A vice-diretora de Pesquisa, Educação e Divulgação Científica da COC, Magali Romero Sá, também esteve presente.

"É uma oportunidade única aprender com instituições que conseguem contar e relacionar o contexto histórico com assuntos mais atuais da ciência", afirmou Franczyk, que já foi diretora do Museum of Science and Industry (Mosi), membro do Science Museum Group e que também conta com um prédio antigo com importância histórica, na cidade de Manchester, no Reino Unido.

"O Science Museum tem um grande acervo médico, com coleções de hospitais. Temos muito a aprender e a compartilhar com a Fundação nessa área", pontuou Franczyk. Bevilaqua acrescentou que é um grande desafio combinar peças antigas de acervo com uma linguagem expositiva atraente e moderna para o público visitante.

Julia Knights ressaltou que o governo do Reino Unido busca estabelecer parcerias em ciência e inovação com instituições em países que estão crescendo nessas áreas por meio do Fundo Newton. Ainda este ano, representantes do Museu da Vida e da Fiocruz devem conhecer algumas das instalações do Science Museum Group.


Veja algumas fotos do encontro aqui.

Atualizado em 07/07/2015


Temporada de itinerância 2015/2016 começou na região serrana do RJ e ofereceu atividades gratuitas para a população




(foto: Roberto de Jesus)
A temporada de itinerância 2015-2016 do Ciência Móvel - Vida e Saúde para todos começou! Nosso caminhão da ciência estacionou em São José do Vale do Rio Preto de 17 a 20 de junho de 2015, cidade na região serrana do Rio de Janeiro.

Para Marcus Soares, coordenador do Ciência Móvel, o projeto apresenta equipamentos interativos, onde os visitantes encontram diversão e aprendizagem em um só lugar. “A bancada de microscopia, por exemplo, é dedicada à observação de células humanas, vegetais e detalhes minúsculos de insetos, aranhas e outros animais. Os tubos musicais mostram como é possível produzir diferentes sonoridades”, comenta.

Vários equipamentos e atividades que fazem sucesso entre os visitantes estiveram por lá: o GiroTech, o jogo das vacinas, câmeras escuras que revelam segredos da visão, modelos desmontáveis do ouvido e olho humanos que despertam curiosidade pela ciência dos nossos sentidos... várias atrações!


Espetáculo dialoga com temas atuais, como ética na pesquisa e alimentos transgênicos.



E se você conhecesse um ladrão de fórmulas secretas? (Foto: Liliana Mont Serrat)
As confusões armadas em um laboratório high-tech na roça são o mote do primeiro espetáculo infantil do Museu da Vida – “Aprendiz de Feiticeiro”. O texto, de Maria Clara Machado, fala com humor sobre o mundo das descobertas científicas e busca levar as crianças a refletir sobre importantes questões éticas da atualidade.

A peça narra a busca do doutor Uranus Octavius Octopus de Almeida por uma fórmula capaz de acabar com a fome no mundo. Ele descobre uma substância capaz de produzir laranjas gigantes. As encrencas começam quando o cientista precisa viajar às pressas e deixa o laboratório sob os cuidados de seu fiel assistente, Horacius Juventus, e de sua irrequieta neta Arabela.

O tenente Perseguição é super atrapalhado! (Foto: Liliana Mont Serrat)
Aproveitando-se da ausência de Uranus, o atrapalhado espião Dimitri Nicolai Massachussetts vai lançar mão de uma série disfarces inusitados para tentar roubar a fórmula secreta. O Tenente Perseguição chega para proteger as descobertas do cientista, mas o desajeitado militar acaba causando mais confusão. Integram o elenco da peça os atores Ana Paula Gomes, Daniel Cintra, Dieymes Pechincha, Kakau Berredo e Gabriel Morais.

Maria Clara Machado escreveu 27 peças voltadas para as crianças, tornando-se referência no teatro infantil brasileiro. Seus textos foram traduzidos para vários idiomas e montados diversas vezes fora do País. Criadora do teatro O Tablado, no Rio de Janeiro, ela acumulou uma série de reconhecimentos ao longo de sua carreira, entre os quais o prêmio Machado de Assis, concedido pela Academia Brasileira de Letras (ABL), em 1991.

O elenco e produção da nova temporada! (Foto: Liliana Mont Serrat)
Escrito nos anos 1960, quando chegou a ser censurado por trazer ao palco um militar desengonçado, “Aprendiz de Feiticeiro” se mostra ainda atual, destaca a diretora da montagem, Leticia Guimarães. “A história nos aproxima de discussões sobre temas atuais, como transgênicos e pesquisas com animais, traz questões éticas e provoca reflexões”, afirma. “Será que manipular os alimentos acabará com a fome?”, questiona.

Confira a ficha técnica aqui.


Atualizado em 02/07/2015

Na mostra o público aprendeu mais sobre a doença de maneira lúdica e interativa. 

A mostra ficou em cartaz entre os dias 8 de maio e 28 de junho (fotos: Diego Bevilaqua e Isabela Carrari)
Exposição rica em informações sobre a doença em universo multimídia, divertido e ilustrado, Dengue aborda a virose em tempo real, com acompanhamento de notícias — exibidas em um telão — em várias partes do mundo, e outras novidades sobre o tema. Organizada pelo Museu da Vida, ela ficou em cartaz entre 8 de maio e 28 de junho, no Sesc Itaquera.

Entre as atividades, o público conferiu o Quintal Interativo, uma oportunidade para o visitante observar ovos e a pupa de um mosquito com uso de lupas. Na brincadeira, o observador é estimulado a descobrir possíveis criadouros do Aedes aegypti, como pneus e caixas. Uma curiosidade: um mosquito fossilizado em âmbar de cerca de 30 milhões de anos pode ser visto na mostra. Logo na entrada, o visitante é impactado com a figura de um mosquito (Aedes aegypti) de mais de 2 metros: o inseto convida o visitante ao primeiro módulo, que aborda o tema da biologia dos vetores, o que é e quais os outros mosquitos que podem transmitir a dengue.

Segundo Miguel de Oliveira, curador da mostra, a dengue é uma “doença que acomete muitas pessoas e que pode matar se não for tratada”. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 3,9 bilhões de pessoas estão ameaçadas pela dengue, cuja epidemia atinge países da Ásia, da Oceania, das Américas e da África. Na avaliação do biólogo, é importante a “conscientização do público de que a doença pode matar, mas pode ser evitada com o controle do mosquito”.

Os premiados documentários "O Mundo Macro e Micro do Mosquito Aedes aegypti – Para combatê-lo é preciso conhecê-lo" e "Aedes aegypti e Aedes albopictus: uma Ameaça nos Trópicos" integram as atividades! (fotos: Diego Bevilaqua e Isabela Carrari)
Em outros espaços da mostra, o público ainda aprendeu medidas para evitar a proliferação da doença, como a campanha nacional "10 Minutos Contra a Dengue" - resultado da parceria entre o Instituto Oswaldo Cruz e a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro. Essa é a segunda viagem de itinerância da exposição. No início do ano, Dengue passou por Santos, também em São Paulo.

Confira a galeria da expo e tudo o que rolou por lá!

Atualizado em 01/07/2015


O astrofísico Jorge Rivero, da European Physical Society, fez uma palestra no ciclo de seminários da Especialização 2015.




Como parte do ciclo de Seminários da Especialização 2015, o astrofísico Jorge Rivero fez uma webconferência sobre "Os bastidores do Ano Internacional da Luz", no dia 29 de junho de 2015. Proclamado pelas Nações Unidas, o Ano Internacional da Luz 2015 (AIL2015) é uma iniciativa global que visa destacar a importância da luz e das tecnologias ópticas para o desenvolvimento da sociedade.

Um dos objetivos principais do AIL2015 é despertar a consciência de como a fotônica é capaz de promover o desenvolvimento sustentável e oferecer soluções para desafios mundiais nas áreas de energia, educação, comunicação, saúde e desenvolvimento sustentável. Durante a palestra, púbica e gratuita, Rivero apresentou uma visão geral do AIL, os diferentes canais de comunicação que são usados para divulgar a iniciativa e como se dá o dia a dia no gabinete de imprensa do projeto.

Jorge Rivero González (@jorgegrivero, no Twitter) é divulgador de ciência da European Physical Society (EPS), assessor de imprensa do AIL2015 e editor responsável pelo blog do AIL. Ele é doutor em astrofísica pela Ludwig Maximilian University de Munique, na Alemanha, e pós-graduado em jornalismo e comunicação científica pela Universidad Nacional de Educación a Distancia da Espanha. Desde 2009, é membro do programa GalileoMobile, uma iniciativa de ensino em ciência sem fins lucrativos e itinerante que aproxima a astronomia de jovens por todo o mundo.

Atualizado em 30/06/2015

O tema foi "A difusão do conhecimento científico e tecnológico na segunda metade do século XIX".

No dia 15 de junho de 2015, às 9h30, o Ciclo de Seminários da Especialização 2015 recebeu a pesquisadora Cristina Araripe, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz). Com a palestra “A difusão do conhecimento científico e tecnológico na segunda metade do século XIX: as exposições universais em perspectiva”, Araripe abordou a importância desses espaços para transformações sociais vinculadas aos processos de institucionalização das ciências e tecnologias.

A partir de 1851, as exposições universais atuaram como espaços para a implementação de uma política ampla de modernização, industrialização e de progresso das sociedades. As exposições ajudaram a disseminar a compreensão geral de que os países industrializados tinham alcançado um elevado grau de evolução das suas estruturas sociais, políticas e econômicas. Principalmente aqueles considerados periféricos, Brasil, México, Argentina, entre outros, em relação a países europeus, como Inglaterra, França, Bélgica e Espanha.

Atualizado em 18/06/2015

Link para o site Invivo
link para o site do explorador mirim
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funcionamento terça a sexta-feira: 9-16h30, sábados: 10h-16h

agendamento de visitas 55 21 2590-6747

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